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Campinas,  de 2017

 

CIS-Guanabara se destaca na parceria com o Sesc

Fachada do prédio da Estação Guanabara durante a décima Bienal do Sesc de Dança

(Foto: Sérgio de Souza Silva)

          O CIS-Guanabara configurou-se como um dos principais parceiros do Sesc na 10ª. edição da Bienal Sesc de Dança. De 14 a 24 de setembro a Gare e o Armazém foram palco de inúmeros eventos. Durante visita à instalação Campo Antípoda, no CIS-Guanabara, o diretor regional do Sesc, Danilo Santos Miranda, ressaltou a importância dessa parceria: “As ocupações realizadas na Estação Guanabara sinalizam a presença da Bienal num espaço muito privilegiado”. O gerente do Sesc-Campinas, Hideki M. Yoshimoto, reconheceu o CIS-Guanabara como um importante espaço na cidade, gerido por uma equipe hábil e capacitada, cujo resgate histórico de uma antiga estação ferroviária ampliou a oferta cultural na cidade”.

Flávia Cavalcanti, Danilo Miranda e Marcelo Rocco em visita à instalação "Campo Antípoda"

(Foto: Sérgio de Souza Silva)


          O sociólogo e diretor do CIS-Guanabara, Marcelo Rocco, afirmou que um dos propósitos da atual gestão é fomentar a ocupação dos espaços universitários por parte da sociedade de Campinas e região. Para Rocco, um evento dessa natureza ratifica a proposta da nova política cultural da Universidade. “Nossa missão é produzir, fomentar e acolher ações culturais, como a Bienal do Sesc. O que vimos nesse evento é que nossas expectativas foram alcançadas”. Para a psicóloga e produtora cultural Flávia Moraes Salles Cavalcanti, a Bienal do Sesc encerrada no último final de semana, enalteceu os esforços da equipe do CIS-Guanabara. “Queremos, cada vez mais nos firmar junto à cidade de Campinas como espaço privilegiado da Unicamp de diálogos, trocas e interação cultural”, afirma. Para a produtora cultural, Massako Toma, a grande presença do público durante o evento demonstra que o CIS-Guanabara cada vez mais se configura como um espaço singular que agrada igualmente produtores de eventos e espectadores.


Flávia Cavalcanti e Hideki Yoshimoto: o CIS-Guanabara como espaço privilegiado de interação cultural

(Foto: Sérgio de Souza Silva)

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