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Campinas,  de 2017

Pesquisa do IA ganha forma no palco do

CIS-Guanabara

 

O Corpo como Relicário será apresentado nos dias 5 e 6 de setembro. A entrada é franca.


      Quem assiste a um espetáculo de dança ou de teatro, na maioria das vezes, não tem noção sobre os bastidores daquela produção. Da concepção da ideia, passando pela produção do roteiro, escolha de cenário, figurinos, iluminação e ensaios, há montagens em que são necessários alguns anos até a materialização da obra. Quando o produto é fruto de reflexões acadêmicas desenvolvidas no âmbito de um Grupo de Pesquisa cadastrado no CNPq, esse processo pode ser ainda mais complexo. Esse é justamente o universo do projeto O Corpo como Relicário, desenvolvido pelo Núcleo BPI (Bailarinos-Pesquisadores-Intérpretes) que será apresentado nos dias 5 e 6 de setembro, às 20 horas, no CIS-Guanabara.

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Espetáculo é resultado de anos de pesquisa do Núcleo BPI. Bailarinos ressignificam e levam para o palco realidades vividas em diferentes regiões do país (Fotos: João Maria)


      Dirigido pela professora do Instituto de Artes da Unicamp (IA), Graziela Rodrigues, o trabalho é resultado de anos de pesquisa realizada por integrantes do BPI, núcleo da pós-graduação em Artes da Cena do IA. Atualmente, o Núcleo conta com sete pós-graduandos e mais três alunas do curso de Dança. Graziela explica que a pesquisa artística centraliza-se no processo criativo a partir do desenvolvimento de uma identidade do corpo de cada intérprete. “Essa identidade é desenvolvida na relação do intérprete com segmentos sociais brasileiros específicos e de manifestações populares brasileiras, contatados em pesquisas de campo”, afirma a diretora.
      Após oito meses de ensaios, o espetáculo é fruto de trabalho de campo que transitou pelo universo de benzedeiras ribeirinhas, do Amazonas, parteiras Pankararu, de Pernambuco, quebradeiras de coco babaçu, do Maranhão, baianas de escola de samba e ciganos, de São Paulo, folguedos do Boi, de Mato Grosso e comunidade dos Arturos, de Minas Gerais. Esse espetáculo, segundo a produtora cultural e intérprete Mariana Floriano, proporciona ao público uma experiência de adentrar segmentos sociais brasileiros sintetizados por sete corpos de sensações e memórias que, através do movimento depurado, alcança as forças do instinto para se alavancar o Divino.
 
Ficha técnica:


Direção: Graziela Rodrigues. Intérpretes: Elisa Costa, Flávio Campos, Larissa Turtelli, Mariana Floriano, Mariana Jorge, Nara Cálipo e Natália Alleoni. Assistente de direção: Paula Caruso. Participação especial e Apoio Técnico: Jaqueline Soraia, Flávia Pagliusi e Yasmin Berzin. Produção Cultural: Mariana Floriano e Núcleo BPI
Cenografia e figurino: Márcio Tadeu e Heloísa Cardoso. Assistência plástica: Gabih Fuziyama. Trilha sonora: Fábio Evangelista. Fotos e vídeos: João Maria. Iluminação: Francisco Barganian. Assessoria de imprensa: Confraria da Informação. Arte gráfica: Giacko Studio. Costureiras: Juliana Di Salvi e Creusa Ferreira Quintans. Máscaras: artesãos de Pirenópolis. Luthier: Cris Bueno e Toshiro. Duração: 1h15min.

Serviço:

Datas: 5 e 6 de setembro

Horário: 20h00.

Local: CIS-Guanabara.

Endereço: R. Mário Siqueira, 829 - Botafogo, Campinas (Estacionamento gratuito no local).

Entrada: gratuita (retirar senha no local, meia hora antes do início)

Mais informações: www.bailarino-pesquisador-interprete.com
 

 

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