Inicial         |         Institucional         |         Equipe         |         Agendamento       |         Fale Conosco


Campinas,  de 2017


1872

21 de março

Lei de 21 de março de 1872, concedendo o privilegio para a Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, para ligação Campinas – Mogi Mirim com o ramal para Amparo. Lei aprovada pela Assembléia Provincial.

 A MOJIANA agora tem museu para contar a sua história.   Folha de São Paulo, 08 out. 1965. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

 

30 mar 1872

Reunião de pessoas de elevado conceito social para angariar acionistas, realizada na residência do tenente coronel José Guedes de Sousa, faziam parte dessa comissão: coronel Joaquim Egidio de Sousa Aranha, capitão Joaquim Quirino dos Santos, Barão de Ataliba, João Ataliba Nogueira, Delfino Cintra Junior, Joaquim Ferreira de Camargo Andrade e Francisco Soares de Abreu.

 A MOJIANA agora tem museu para contar a sua história.   Folha de São Paulo, 08 out. 1965. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  

01 jul. 1872

Reunião no Paço da Câmara Municipal da cidade, para discutir e aprovar os estatutos da nova empresa, quando são eleitos a Diretoria provisória.

 GUIA: Cia Mogyana de Estradas de Ferro. Campinas: Casa do Livro Azul, 1939. p. 7. (acervo Biblioteca CMU)

  

13 nov. 1872

Aprovação pelo Decreto Imperial nº 5137, que autoriza seu funcionamento e aprova seus estatutos.

 GUIA: Cia Mogyana de Estradas de Ferro. Campinas: Casa do Livro Azul, 1939. p. 7. (acervo Biblioteca CMU)

  

1875

 Terminou-se a construção da linha que liga Campinas-Mogi Mirim, com ramal para Amparo, o primeiro engenheiro da Cia. Foi Joaquim Ribeiro Lisboa, responsável por essa construção. A construção dessa linha somou 3 mil contos de réis.

 GUIA: Cia Mogyana de Estradas de Ferro. Campinas: Casa do Livro Azul, 1939. p. 7. (acervo Biblioteca CMU)

 

03 maio 1875

Inauguração do trecho Campinas – Jaguari (Jaguariúna), partiu de Campinas as 11.45hs, puxada pela locomotiva Jaguari, levando 5 carros de passageiros.

 A MOJIANA agora tem museu para contar a sua história.   Folha de São Paulo, 08 out. 1965. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

 

27 ago. 1875

Inauguração do trecho Jaguari – Mogi Mirim, o trem partiu de Campinas às 12hs. levando o imperador D. Pedro II, o presidente da província e convidados.

 A MOJIANA agora tem museu para contar a sua história.   Folha de São Paulo, 08 out. 1965. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

 

17 nov. 1875

Inauguração do trecho Jaguari - Amparo

 PINTO, Adolpho Augusto. História da Viação Pública de S. Paulo, Brasil.   São Paulo: Typ. e Papelaria. Vanorden & Cia., 1903. p.51

  

1876

 Neste ano, a Cia. avaliou a preferência dos passageiros pelos carros de segunda classe, “por oferecerem grande comodidade”. 

 ERBOLSATO, Mário.   Nos trilhos, um pouco da história do Brasil.   O Estado de São Paulo, São Paulo, 03 dez. 1972. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

 

1888

 "Na passagem do bairro de Guanabara, kilometro 5, foi construída uma casa para morada do guarda, e assentadas as porteiras, que funccionam desde Agosto”.

 Relatório da Companhia Mogiana, 15 abr. 1888. (acervo Museu Cia. Paulista – Jundiaí).

  

30 jun. 1888

A CMEF adquire a Companhia Ramal Férreo do Rio Pardo.

 PINTO, Adolpho Augusto. História da Viação Pública de S. Paulo, Brasil.   São Paulo: Typ. e Papelaria Vanorden & Cia., 1903. p.53.

A Cia Mogiana atinge com seus trilhos ao Rio Grande, recebendo nova denominação Companhia Mogiana de Estradas de Ferro e Navegação, pois passou a oferecer um serviço de navegação fluvial para o transporte de gado e outras mercadorias em batelões.

SÃO PAULO, Governo do Estado.   Caminhos de Ferro.  [s.n.t.] (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

 

1889

Com a febre amarela os escritórios da Cia. Mogiana foram transferidos provisoriamente para cidade de Mogi Mirim “pois os empregados estava, alarmados e solicitaram essa providencia”.

ERBOLSATO, Mário.   Nos trilhos, um pouco da história do Brasil.   O Estado de São Paulo, São Paulo, 03 dez. 1972. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

 

1891

Conforme o Relatório desse ano de 1891, "vai-se construir uma estação e armazém para as mercadorias de nossa linha para Campinas no local chamado Guanabara e também para as oficinas que vão ser construídas, além do benefício ao público".

Relatório da Companhia Mogiana, 1891. (acervo Museu Cia. Paulista – Jundiaí).

 

1892

Começam as obras na Estação de Cargas no bairro da Guanabara.

MELLILO, Vicente.   Almanach da Companhia Mogyana: 1908-1909.   Campinas: Typ a vapor Livro Azul, 1908. (acervo Biblioteca CMU)

Recebe a concessão dada pelo governo federal para prolongamento de suas linhas até Santos, para tanto necessitava de um empréstimo de 2 milhões de libras esterlinas, como não conseguiu o dinheiro interrompeu os trabalhos nesse sentido.

ERBOLSATO, Mário.   Nos trilhos, um pouco da história do Brasil.   O Estado de São Paulo, São Paulo, 03 dez. 1972. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

 

1893

01 mar. 1893

É inaugurada a Estação Guanabara.

Relatório da Companhia Mogiana, março 1893. (acervo Museu Cia. Paulista – Jundiaí).

 

21 mar. 1893

Avaliação do terreno onde seriam construídas as Oficinas feita pelo Sr. Francisco Bueno de Miranda

“Tendo visto o dicto terreno o avaliam a cinco mil réis – 5000 o metro quadrado”

Campinas, 21 do março 1893, endereçado ao Sr. Francisco Arruda Coutinho.

Oficio.  (Acervo Arquivo Público da Câmara Municipal de Campinas)

 

12 set. 1893

Oficio ao Sr. Francisco Bueno de Miranda, referindo-se a avaliação dos terrenos para a construção das Oficinas da Companhia Mogiana.

“comprehendido entre as suas linhas e as da Companhia Paulista junto ao Hipódromo”. Campinas, 12 de setembro de 1893.

Oficio. (Acervo Arquivo Público da Câmara Municipal de Campinas)

  

1894

 Justificativa dada pela Diretoria da Cia. Mogiana aos acionistas para a construção da recém inaugurada Estação Guanabara.

“estação alternativa para desafogar a estação de partida original, que era junto com a estação da Cia. Paulista.” Campinas, 04 ago. 1894.

 Relatório da Companhia Mogiana, 1894. (acervo Museu Cia. Paulista – Jundiaí)

  

1897

 A Ferrovia estava assim constituída: Km. 1 Rizza, nos altos do pontilhão da Dr. Mascaranhas; Km. 3 Guanabara, defronte a Praça Mauá; Km. 8 Anhumas, no prolongamento do Jardim Bela Vista. As locomotivas a vapor eram importadas da Europa, Inglaterra e Alemanha, o combustível eram toras de eucaliptos, que formavam pinhas nos depósitos ao longo da ferrovia, para os dormentes as toras de eucaliptos eram tratadas com um banho de emersão de alcatrão.

 PEREIRA FILHO, Ayres. Caminhos de ferro da Mogiana e do livros Os Sertões se cruzam: trinta anos de diferença marcam centenário do livro e da ferrovia.   Correio Popular, Campinas, 01 dez. 2002. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  

1899

  A Cia Mogiana chega ao máximo da expansão de sua linha tronco, totalizando 794 Km, estando a última estação na cidade de Araguari no estado de Minas Gerais.

 Relatório da Directoria da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro e Navegação para a Assembléia Geral de 23 de junho de 1899.   São Paulo: Typografia da Industrial de São Paulo.1899. p.126 e 127

  

1903

 Construção das novas oficinas em Campinas:

Officinas e dependências: - As officinas de Campinas, com os melhoramentos que acaba de receber, têm se tornado uma das mais completas e melhor apparelhadas do paiz; e presentemente, quasi concluídas as obras em construcção, torna-se opportuno desenvolver as descripções parcelladas dessa officinas, constantes dos últimos relatórios, de modo a formar-se Idea mais concreta, sobre tão importante propriedade da Companhia”.

 Relatório da Companhia Mogiana, n° 52, 1904, p.164 (acervo Museu Cia. Paulista – Jundiaí).

 

 1908

 Construção da primeira locomotiva pela Cia. Mogiana, ano de 1908, n° de fábrica 1, cujo valor foi de 68.130,00. Esta máquina conteve treiz numerações dentro da ferrovia:

• 1908 a 1914 = 43

• 1914 a 1939 = 804

• 1939 a 1957 = 984

  Catálogo da Cia Mogiana da Secção Técnica na Divisão de Locomoção, Desenho de 28 de novembro de 1940. (acervo Henrique Anunziata)

 

 1910

 A Cia. Consegue um empréstimo no exterior para modernização de seus serviços, substituindo material rodante e fixo.

 ERBOLSATO, Mário.   Nos trilhos, um pouco da história do Brasil.   O Estado de São Paulo, São Paulo, 03 dez. 1972. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

 

 1915

 Substituição da cobertura da plataforma por gare

Estação Guanabara - Neste edifício foram construídos – uma cobertura metallica de 18m.15 de vão com a extensão de 80 metros; uma plataforma na entrevia com a largura de 4m,35 e extensão de 80 metros e um tanque sceptico, além de ter-se procedido à reforma no edifício da estação. Com todos esses serviços despendeu-se a somma de 68:790$379

 Relatório N° 63 da Directoria da Companhia Mogyana de Estradas de Ferro e Navegação para a Assembléia Geral de 28 de junho de 1916. Campinas:Typ.Livro Azul.1916.p.16

  

1922

 Ganhou o grande premio na Exposição do Centenário do Brasil no Rio de Janeiro, com a fabricação de locomotiva especificas para manobras. Ressaltando-se o caráter de moderno da Cia. A locomotiva premiada foi a de número 807, fabricada em 1921.

 SCARABELLI, Patrícia Ceroni. Guanabara e arredores: a formação de um bairro.  (Dissertação) PUCCAMP, Campinas, 2004. p. 197

PLANTA Cadastral do Km 0 ao Km 313: Folha 1 Km.0 ao Km.7; Escala 1:10.000 – 1º SEÇÃO – Campinas-Casa Branca – Km.0 ao Km.168.714, 1932.   (acervo Henrique Anunziata)

 

 1930

 Após a retificação do traçado original da linha tronco, em 1926, passa a ser a posição Kilometrica de 3.150m. a uma altitude 668,230m.

 COMPANHIA Mogyana de Estradas de Ferro: condições techinas, resistências accidentaes máximas correspondentes e classificação dos perfis, linha tronco e ramais.   Campinas: Typ. Livro Azul, 1930. p.55. (acervo Henrique Anunziata)

  

1936

 A Cia. Mogiana inicia o transporte por rodoviários (caminhões e vãs) através da “Companhia Mogiana de Transportes” mais tarde transformada em “Rodoviário da Companhia Mogiana”.

  CURY, Paulo Rogério. História e imagens da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro. Site: http://www.cmef.com.br. Acessado em 30/11/2007

 

 1945

 Há planos de remodelação da empresa, quando foi criada a Comissão de Obras novas.

 ERBOLSATO, Mário.   Nos trilhos, um pouco da história do Brasil.   O Estado de São Paulo, São Paulo, 03 dez. 1972. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  

1948

 Greve dos ferroviários da Cia. Mogiana idealizada pelos comunistas.

“Na Mogiana, os ferroviários entrarão em serviço, mas não trabalharão, ficando de braços cruzados. Este será o movimento grevista da Mogiana dentro em breve, idealizado pelos comunistas”.

 Relatório do Departamento de Ordem Política e Social – D.O.P.S. datado de 14.12.1947 não consta assinatura no documento de quem redigiu.

 

 1952

 03 maio 1952

Inicia-se o processo de “Dieselisação” , quando deixa de operar as locomotivas a vapor e entra em tráfego as primeiras locomotivas Diesel-elétricas

 CURY, Paulo Rogério. História e imagens da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro. Site: http://www.cmef.com.br. Acessado em 30/11/2007

  

06 jun. 1952

Decreto nº 1958, o governo do Estado adquiriu dois terços da Cia., passando a ferrovia à esfera do Estado, pagando aos acionistas cedentes apólices da dívida pública estadual, chamadas de “Apólices Mogiana”

 Os CEM anos da Mogiana à Fepasa.   Campinas, Correio Popular, 02 dez. 1972. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  Devido aos déficits dos o Governo do Estado de São Paulo através da Lei N°1598, de junho de 1952 adquiri 90,5% das ações da Companhia.

  SCARABELLI, Patrícia Ceroni. Guanabara e arredores: a formação de um bairro.  (Dissertação) PUCCAMP, Campinas, 2004. p.195

 

 1960

 Projeto de ampliação da Estação Guanabara , sentido Rizza, área existente – 385,35 m² , aumento 466,55 m ², c/ água, c/ calçada, s/ esgoto

 CAMPINAS, Prefeitura Municipal. D.O.V. Estação Guanabara: Reforma Cia. Mogiana de Estradas de Ferro, Construção Eng. José Decourt Homem de Mello. (Acervo PMC-CSPC-Centro de Documentação)

 

 1961

 Especulasse sobre quem é o autor do monumento Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, inaugurado em 02 dez. 1897, o Dr. Gabriel Torres de Oliveira e Heitor Rosa Medeiros se mostram interessados em pesquisar a procedência dessa obra de arte.

 BRITO, Jolumá.   O autor do monumento.   Campinas, Diário do Povo, 11 mar. 1961. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

 O monumento da Cia Mogiana foi feito por Rafael de Rosa e fundido na Fundição Faber, no bairro do Bonfim, ele preparou as formas e ele mesmo executou o trabalho de fundição, segundo depoimento de seu genro e filha Aristides Oppermann, ferroviário aposentado e Zenaide de Rosa Oppermann.

Rafael de Rosa nasceu em Caserta, Itália em 05/04/1853 e faleceu em Campinas em 29/06/1915.

O vereador Ruy de Paula Leite entra com uma petição solicitando a transferência do monumento.

 Rafael de Rosa foi o autor do monumento comemorativo da fundação da Cia. Mogiana.   Campinas, Correio Popular, 12 mar. 1961. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  

1965

 05. out. 1965. 

Inauguração do Museu da Mogiana, que tem por objetivo reunir peças das Estradas de Ferro da região Sorocabana, Paulista, Araraquarense e Bragantina, entre outras. E transformar o Museu recém inaugurado em Museu do Trem.

 MUSEU da Mogiana.   O Estado de São Paulo, São Paulo, 07 out. 1965. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  

1967

 A Cia.Mogiana passa a administrar a Estrada de Ferro São Paulo-Minas por força do Decreto N° 48.029/67

 SCARABELLI, Patrícia Ceroni. Guanabara e arredores: a formação de um bairro.  (Dissertação) PUCCAMP, Campinas, 2004. p. 197

  

1968

 20 de abril

Em 20 de abril, inaugura o serviço de transporte de passageiros para Brasília-DF, que passam a correr regularmente a partir de 15 de dezembro, chamado de trem Bandeirantes, nome que recebeu por “simbolizar o espírito de pioneirismo da estrada”.

 CURY, Paulo Rogério. História e imagens da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro. Site: http://www.cmef.com.br. Acessado em 30/11/2007

  

1970

 Museu da Mogiana possui documentos manuscritos, impressos e objetos (mobiliário dos escritórios e salas de espera, objetos de arte, utensílios dos vagões e usados nas estações, etc) ele foi inaugurado no dia 05 de outubro de 1965, pelo Secretário de Transporte, e foi considerado o primeiro do gênero no Estado de São Paulo.

As peças foram reunidas pelo Departamento de Materiais, tendo a frente o Dr. Gabriel.

 THEREZA.   Museu da Mogiana tem peças que conheceram oi Império.  [Correio Popular, Campinas, 1970?). (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  

1971

 10 nov. 1971

A Cia. Mogiana deixa de existir como Pessoa Jurídica sendo incorporada junto com outras cinco ferrovias para a formação da Ferrovias Paulistas S/A - FEPASA

Em 10 de novembro de 1971 pela Lei n.º 10.410/SP, o Governo do Estado de São Paulo unifica as ferrovias: Companhia Paulista de Estradas de Ferro, Estrada de Ferro Sorocabana, Estrada de Ferro Araraquara, Estrada de Ferro São Paulo - Minas (desde 1967 sob administração da CM) e a Mogiana, criando-se assim a FEPASA - Ferrovia Paulista S/A.

 CURY, Paulo Rogério. História e imagens da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro. Site: http://www.cmef.com.br. Acessado em 30/11/2007

  

1972

 O Museu que fica na Rua Salles de Oliveira, 1380, dentro do Departamento de Materiais da Mogiana, está abandonado e dilapidado, entregue a ação do tempo. Possui locomotivas do tipo 280, construída em 1886 e adquirida pela Cia. Em 1886, inglesas ou americanas e do tipo 800.

 MUSEU e estação: atrações de Campinas.   O Estado de São Paulo, São Paulo, 06 fev. 1972. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  Estuda-se mudar o Museu para a cidade de Jundiaí, pois o prédio que o abriga possivelmente será demolido para a construção do novo traçado ferroviário Quedes-Paulinia-Helvetia

 ESTUDA-SE mudar o Museu Ferroviário.   O Estado de São Paulo, São Paulo, 15 jul. 1972. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

 Vereador Eduardo Barnabé apresenta a Câmara Municipal proposta para que o Museu Ferroviário permanece na cidade, se baseando na entrevista de Virgilio Vescovi e João Ribeiro, dirigentes da UFAM.

 BARNABÉ, Eduardo.   Permanência em Campinas do Museu Ferroviário.   Correio Popular, Campinas, 09 ago. 1972. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

Descrição detalhada do monumento feito em comemoração aos 25 anos da Cia. Mogiana, e a elucidação de seu significado.

 Os CEM anos da Mogiana à Fepasa.   Campinas, Correio Popular, 02 dez. 1972. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  

1973

 Vereador Eduardo Barnabé volta a abordar na sessão da Câmara Municipal o problema da transferência do Museu de Campinas, foi enviado uma moção ao governador Laudo Natel.

 VEREADOR defende permanência em Campinas: Museu Ferroviário.   Correio Popular, Campinas, 08 abr. 1973. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  

1977

 Ultimo trem que percorre o leito da Cia. Mogiana em Campinas ocorreu na parte da manhã no dia 25 de outubro de 1977.

Entrevista cedida ao pesquisador Henrique Anunziata pelo Sr.Ivo Arias cujo cargo era Coordenador do Centro de Coordenação de Tráfego – CCT – da FEPASA

CAFÉ impulsionou o trem: industria cafeeira trouxe a Mogiana párea a região.   A tribuna de Campinas, Campinas, 10 ago. 1997. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  

1985

 O departamento de Via Permanente da Fepasa, considera como principal fator de abandono do prédio da Estação Guanabara a falta de funcionário, um vendaval destelhou parte da cobertura e do prédio administrativo.

 VELHA Estação, agora suja e cheia de mato: no bairro Guanabara dependência da Fepasa está semi destruída e abandonada.   Correio Popular, Campinas, 17 abr. 1985. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  

1989

 Unicamp faz proposta a Fepasa onde pretende transformar a Estação Guanabara e o antigo armazém ao lado, em um Centro Cultural da Unicamp, sendo “um braço da produção cultural junto à população da cidade” .

 ESTAÇÃO Guanabara poderá se transformar em centro cultural.   Correio Popular, Campinas, 15 dez. 1989. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

 

 1990

 19 jan. 1990

Fepasa concede a Unicamp a cessão de uso da Estação por um período de 30 anos. Foi solicitado a arquiteta Lina Bo Bardi, especialista em recuperação de prédios antigos, um projeto para adequar o espaço para o novo uso dado pela universidade.

 UNICAMP usará a Estação Guanabara durante 30 anos.   Correio Popular, Campinas, 19 jan. 1990. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

28 jan. 1990

O novo Centro Cultural da Unicamp na antiga Estação Guanabara contará com teatro e cinema, salas para cursos de extensão, palestras e reuniões “um local mais próximo da cidade, bem adequado para nosso acervo cientifico cultural, era tudo que queríamos” diz Prof. José Roberto Valladão de Mattos, pró-reitor de extensão e assuntos comunitários da universidade.

O projeto do Prof. José Roberto Amaral Lapa, diretor do Centro de Memória é de levar ao novo espaço o “laboratório de restauração de documentos gráficos, de história oral e de iconografia, uma biblioteca e um museu histórico.”

 ESTAÇÃO de trem vira centro cultural.   Jornal de Domingo, Campinas, 28 jan. 1990. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  

19 abr. 1990

A arquiteta Lino Bo Bardi entrega a Unicamp o projeto para o Centro Cultural da universidade, que deverá estar em funcionamento dentro de um ano e meio.

 PROJETO transforma Estação Guanabara em centro cultural.   Diário do Povo, Campinas, 19 abr. 1990. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  

1996

 A área da Estação Guanabara é transferida de propriedade da FEPASA para a Companhia Paulista de Administração de Ativos - CPA - empresas pertencentes ao Governo do Estado de São Paulo.

è criada a CPA – Companhia Paulista de Administração de Ativos através do Artigo 15 Lei 9.361 de 05 de julho de 1996”

Site da Fazenda do Estado de São Paulo  http://www.fazenda.sp.gov.br/legisl/dec45363.asp acessado em 30/11/2007

  

10 maio 1996

Abertura de Processo no Condepacc para o tombamento da Estação Guanabara.

 Condepacc tomba Palácio da Mogiana: Conselho também abre processo para preservação da Estação Guanabara.   Correio Popular, Campinas, 10 maio 1996. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  

2000

 A área da Estação Guanabara passa de propriedade da CPA para a Companhia Paulista de Obras e Serviços.

 O Decreto N°45.363 de 06 de novembro de 2000 encerra as atividades da CPA e transfere os bens para a CPOS.

 Site da Fazenda do Estado de São Paulo http://www.fazenda.sp.gov.br/legisl/dec45363.asp acessado em 30/11/2007

  

2001

 09 fev. 2001

O Pró Reitor Roberto Teixeira Mendes juntamente com o prefeito municipal Antonio Costa Santos estão empenhados em revitalizar o espaço da Estação Guanabara. Segundo o Pró Reitor “queremos ter cursos de extensão fora do campus” a Estação irá abrigar a sede da Orquestra Sinfônica da Unicamp e o Centro Cultural.

COSTA, Maria Teresa. Estação Guanabara: uma luz no fim do túnel: Unicamp está disposta a reativar o projeto de implantação do Centro Cultural, prefeitura acena positivamente.   Correio Popular, Campinas, 09 fev. 2001. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

 

 28 ago. 2001

O Condepacc avalia o pedido da Unicamp de demolição de parte da Estação Guanabara para implantação do projeto da arquiteta Lina Bo Bardi.

 COSTA, Maria Teresa.   Condepacc avalia demolição de estação: tombada pelo próprio Conselho Estação Guanabara pode ser derrubada para construção de Centro Cultural Unicamp.   Correio Popular, Campinas, 18 ago. 2001. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

  

19 out. 2001

O arquiteto Marcelo Ferraz do escritório de arquitetura Lino Bo Bardi, apresenta ao Condepacc a nova proposta para o espaço da Estação Guanabara: “teremos agora num mesmo espaço edificações do século 19 (estação e armazém), do século 20 (a gare metálica) e o futuro”.

 COSTA, Maria Teresa.   Estação Guanabara será Centro Cultural.   Correio Popular, Campinas, 19 out. 2001. (acervo hemeroteca Biblioteca CMU)

 

 2004

 Tombamento da Estação Guanabara

Processo de tombamento nº 002/96

Resolução 045, 13 maio 2004

D.O.M. 19 maio 2004, p. 8 – Contém 04 artigos, nos termos do art. 1º da Lei Municipal 5885, 17 dez. 1987.

 A UNICAMP inicia o processo de reintegração de posse da Estação Guanabara, transferindo as famílias para conjuntos habitacionais em parceria com o Governo do Estado de São Paulo 

 Processo Estação Guanabara (Arquivo PREAC-UNICAMP ).

  

2005

A UNICAMP promove as primeiras obras de conservação e adaptação do Armazém do Café para promover atividades culturais.

 Processo Estação Guanabara (Arquivo PREAC-UNICAMP ).

  

2006

 Em 7 de abril de 2006, é inaugurado o Centro Cultural de Inclusão e Integração Social da UNICAMP no Armazém do Café, com atividades culturais e definição de um calendário anual de oficinas e eventos.

 Processo Estação Guanabara (Arquivo PREAC-UNICAMP ).

  

2007

 Em agosto, o Centro Cultural de Inclusão e Integração Social da UNICAMP – Estação Guanabara estabelece convênio com a IBM e outros parceiros para a promoção de atividades de inclusão e acessibilidade digital, inaugurando o Laboratório de Informática no Armazém do Café.

Processo Estação Guanabara (Arquivo PREAC-UNICAMP ).

 Em Novembro é assinado o convênio entre a UNICAMP e o CAMPINAS DECOR, para a promoção de ações que visem a requalificação do Prédio Administrativo e da Gare Metálica, prevendo assim a ampliação do Centro Cultural para os dois edifícios históricos mais importantes da Estação Guanabara. 

 Processo Estação Guanabara (Arquivo PREAC-UNICAMP ).


Melhor visualizado com resolução 1280X1024

© 2009 - Cis Guanabara / Preac / Unicamp