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CIS-Guanabara recebe a exposição Rios de Asfalto


 

Vernissage do artista André Pardini será dia 6 de dezembro, a partir das 19 horas 

 

          A série Rios de Asfalto apresentada pelo artista visual André Pardini, é composta por monotipias feitas com asfalto e água sobre papel e instalação sensitiva para provocar o espectador/público a sentir-se um rio canalizado.
          Através da relação do material empregado nas obras com o conceito da série, o artista se inspira e relaciona diretamente com a história dos rios dos grandes centros urbanos, muitos deles canalizados, retificados para construção de avenidas e ruas em seus cursos.
          Hoje em dia muitos desses rios se encontram em situação deplorável, de esquecimento, poluição e muitas vezes grande parte da população nem sabe de sua existência. 
         O artista visa sensibilizar através da arte, para informar e revelar a história dos rios canalizados e apresentar sua série de obras feitas inspiradas neste tema.

Corpos d'água, uma das obras de André Pardini que ficarão expostas na

Galeria do CIS-Guanabara até 21 de dezembro


          Chama atenção pela riqueza de detalhes e material empregado nas obras e pela instalação sensitiva sonora que provoca o público a se sentir um rio canalizado.
          Rios de Asfalto tem a coordenação da agente cultural do CIS-Guanabara, Maria Cristina Amoroso Lima Leite de Barros. A exposição tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp. A entrada é franca.
          A mostra estará aberta ao público de 07 a 21 de dezembro, segunda a sexta-feira, das 9h00 às 20h00 e sábados e domingos das 9h00 às 17h00. O CIS-Guanabara fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local).
 


 

 

Chamamento de Projetos Culturais - CIS 2019

 

 

 

 

          O CIS Guanabara, Centro Cultural da Unicamp ligado à Diretoria de Cultura e à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, publica o 1° Chamamento Público de Projetos Culturais - CIS 2019.
          O referido chamamento público objetiva apoiar estruturalmente, como equipamento público voltado à comunidade, os projetos e atividades de Cultura, fomentando atividades e projetos artístico-culturais da sociedade civil e valorizar os organizadores na promoção e propagação da educação cultural.
          Os interessados devem ler com atenção os termos do chamamento e proceder à submissão de sua proposta conforme cronograma apresentado.

 

ATENÇÃO: as propostas não devem ser enviadas pelo antigo formulário de agendamento,

apenas preencherão o formulário citado sob orientação expressa da Ação Cultural.

 

Saiba mais.

 


CIS-Guanabara sedia SoulLocal,   

festival de economia criativa

Inspirado em eventos internacionais, exposição ocorre nos dias 1 e 2 de dezembro. Entrada franca

 

Nos dias 1 e 2 de dezembro (sábado e domingo), a partir das 10 horas,  o CIS-Guanabara recebe a 1ª edição do SoulLocal Festival, evento, inspirado em padrões internacionais de feiras de negócios criativos. Nos dois dias do evento o público contará com exposição e venda de produtos originais e sustentáveis de pequenos e médios empreendedores de vários segmentos como moda, pet, bebidas artesanais e gastronomia. Apresentações de teatro, música, contação de história e distribuição de livros integram a programação totalmente gratuita ao público. Também será instalada uma praça de alimentação com opções gastronômicas produzidas por chefs locais, além de um espaço kids com brinquedos e entretenimento infantil.


         Com uma estrutura completa e um formato voltado para as famílias, o festival contará ainda com palestras e rodas de conversas com empreendedores criativos que, ao longo dos anos, vem reinventado suas profissões. Temas como vida saudável, economia pessoal, grupo 50 plus e superação, também estão na agenda. “Nosso objetivo reunir eixos da economia criativa e do empreendedorismo na região e incentivar a produção e o consumo consciente, colaborativo e sustentável”, afirma Laura Santi, produtora do evento. “Nós queremos contar as histórias de pessoas reais que tiveram que se reinventar após a aposentadoria, perda do emprego, ou por não mais se encaixar no modelo corporativo tradicional. Queremos inspirar outras pessoas para que elas se sintam capazes de realizar seus sonhos, de empreender e de investir na felicidade”, diz Paulo Biafora, também produtor do SoulLocal Festival.


          Para o sociólogo e diretor do CIS-Guanabara, eventos dessa natureza pautam o tripé inclusão, experimentação e reflexão, um dos pilares da atual gestão do centro cultural. “Temos fomentado e realizado diversas iniciativas no campo da economia criativa, diferindo uma das outras apenas no formato. A maioria das ações deste eixo é ofertada isoladamente ao longo do ano, não desfrutando, naturalmente, da visibilidade que possui um grande evento, pois não articulam com a grande mídia e, consequentemente, com toda a rede de interessados. Diferentemente dos demais, esse evento possui um formato múltiplo e diverso, mostrando-se como uma grande oportunidade para a inclusão, experimentação e reflexão sobre ações de economia criativa em rede. Ademais, ele possui uma dimensão muito especial, que é o de fomentar a participação de expositores locais, estimulando o empreendedorismo criativo da própria RMC, fazendo dessa iniciativa uma marca, um slogan, sua própria identidade”, afirma Rocco.


          O Soullocal Festival é uma realização da Usina do Conhecimento - Empresa especializada em realização de Eventos e Consultoria em Inteligência Empresarial e Pública, com apoio da Prefeitura Municipal de Campinas, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo, da Secretaria de Cultura e do Sebrae-SP. No sábado a programação ocorre das 10h às 20h00 e no domingo, das 10h às 18h00. Os expositores que tiverem ideias originais e quiserem participar da feira de produtos artesanais podem se cadastrar através do site soullocalfestival.com.br. Mais informações pelo telefone (19) 99195-4982. 


          No CIS-Guanabara, o evento, com a coordenação da agente cultural Irani Ribeiro, tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp. O CIS fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local).

   

 


 

CIS-Guanabara é palco

de obra de dramaturgo sueco

 

August Strindberg inspira alunos das Artes Cênicas em enredo baseado em sonhos  

 

 CIS-Guanabara recebe nos próximos dias 28 e 29, às 20 horas, o último espetáculo da edição da Mostra de Verão do Departamento de Artes Cênicas da Unicamp. A peça O Sonho, montada pelo grupo Panelinha de Teatro, é baseada na obra do dramaturgo e romancista sueco, August Strindberg. Numa linguagem onírica, o trabalho aborda temas como luta de classes, crueldade humana, insignificância da vida e o aprisionamento nas rotinas, criando atmosferas dissonantes de sonho e pesadelo, realidade e memória. O mesmo espetáculo será apresentado nos dias 22 e 23 de novembro, às 14 horas e às 19 horas, no Paviartes, no campus da Unicamp.

A Mostra vem acontecendo ao longo do mês no campus em Barão Geraldo e no CIS-Guanabara, local estratégico para a ampliação das relações com a sociedade por meio de atividades realizadas além dos muros da Universidade. O evento, na Estação Guanabara, tem a coordenação da agente cultural do CIS-Guanabara, Maria Cristina Amoroso Lima Leite de Barros. A mostra tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp.

 

Ficha técnica

Elenco: Débora Bettiol, Flora Rossi, Gabriela Davoli, Gabriel Pestana, Julia Cruz, Mariana Sonati, Mavi Royer, Pedro Viana e Raíssa Bueno. Direção: Veronica Fabrini. Dramaturgia: August Strindberg. Orientação: Gabriel Fernandez Tolgyesi. Cenografia e figurino: Caio Sanfelice, Helô Cardoso, Isabella Carvalho, Walquiria Sonati, Victor Akkas e grupo. Concepcão e operação de luz: Julia Lacerda. Preparação corporal: Melina MayaLila. Preparação vocal: Marcelo Onofri. Orientação teórica: Isa Kopelman. Orientação técnica de bonecos: Juan Ruy Cosin. Identidade visual: Pedro Viana. Direção de filmagem: Elisa Lino e Marcelo Favaretto

 

Programação completa da Mostra:

Espetáculo Mãe Coragem

Paviartes: dias 07 e 08/11, às 14h e às 19h

CIS-Guanabara: dias 10/11 às 20h e dia 11/11 às 18h

 

Espetáculo Humanidades

Paviartes: dias 13 e 14/11, às 14h e às 19h

CIS-Guanabara: dias 08 e 09/11, às 20h

 

Espetáculo O Sonho

Paviartes: dias 22 e 23/11, às 14h e às 19h

CIS-Guanabara: dias 28 e 29/11, às 20h

 

Espetáculo A Megera Domada ou Assim se Mata Uma Mulher Com Gentilezas

Paviartes: dias 27 e 28/11, às 14h e às 19h

CIS-Guanabara: dia 24/11 às 20h e dia 25/11 às 18h

 

Espetáculo Curtos Programas Para Espaços Ausentes

Paviartes: dia 30/11 às 19h e dia 03/12 às 14h

CIS-Guanabara: dias 21 e 22 / 11, às 20h

 

 

Oficinas (todas serão realizadas no CIS-Guanabara)

Dia 10 (9h às 12h) Oficina Corpos que resistem

Dia 12 (19h às 22h) Oficina Traços e narrativas, um contar-brechtiano

Dia 13 (19h às 22h) Oficina Imaginário onírico coletivo da metrópole

Dia 24 (9h às 12h) Oficina A voz feminina em jogo

Dia 26 (19h às 22h) Oficina Dançando com objetos

 

Endereços:

Paviartes (Unicamp). Rua Pitágoras, 500 – Cidade Universitária

CIS-Guanabara. Rua Mário Siqueira, 829 – Botafogo, em Campinas (estacionamento gratuito no local)

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/events/475832602824653/


CIS-Guanabara e Paviartes

sediam mostra de artes cênicas

 

Peças teatrais, oficinas e debates ocorrem de 7 de novembro a 5 de dezembro. Entrada franca

 

O CIS-Guanabara e o Paviartes sediam no período de 7 de novembro a 5 de dezembro a Mostra de Verão do Departamento de Artes Cênicas da Unicamp. Atividades formativas e espetáculos dos alunos do curso de graduação integram a mostra que nesse ano contará com algumas apresentações com intérpretes de libras, democratizando ainda mais o acesso do público. O espetáculo Mãe Coragem abre a mostra no dia 7, às 14h00, no Paviartes, no campus da Unicamp. Todas as atividades são gratuitas.

O evento acontece semestralmente desde 2010, e desde 2016 vem ampliando as relações com a sociedade por meio de atividades realizadas em diferentes espaços da cidade de Campinas. A programação será composta pelos seguintes espetáculos: Mãe Coragem, de Bertolt Brecht; Humanidades, de Ana Sampaio e Juliana Leite; O Sonho, de August Strindberg; A Megera Domada ou Assim Se Mata Uma Mulher Com Gentilezas, uma adaptação da peça de William Shakespeare; e Curtos Programas para Espaços Ausentes, de Éder Asa e Junior Romanini, baseada na literatura de Ítalo Calvino.

 

 

 

Cenas de espetáculos que incluem a mostra de alunos do curso de Artes Cênicas da Unicamp

O evento, na Estação Guanabara, tem a coordenação da agente cultural do CIS-Guanabara, Maria Cristina Amoroso Lima Leite de Barros. A mostra tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp.

 

Programação completa:

Espetáculo Mãe Coragem

Paviartes: dias 07 e 08 / 11, às 14h e às 19h

CIS-Guanabara: dias 10 / 11 às 20h e dia 11 / 11 às 18h

 

Espetáculo Humanidades

Paviartes: dias 13 e 14 / 11, às 14h e às 19h

CIS-Guanabara: dias 08 e 09 / 11, às 20h

 

Espetáculo O Sonho

Paviartes: dias 22 e 23 / 11, às 14h e às 19h

CIS-Guanabara: dias 28 e 29 / 11, às 20h

 

Espetáculo A Megera Domada ou Assim se Mata Uma Mulher Com Gentilezas

Paviartes: dias 27 e 28, às 14h e às 19h

CIS-Guanabara: dia 24 / 11 às 20h e dia 25 / 11 às 18h

 

Espetáculo Curtos Programas Para Espaços Ausentes

Paviartes: dia 30 / 11 às 19h e dia 03 / 11 às 14h

CIS-Guanabara: dias 21 e 22 / 11, às 20h

 

Oficinas (todas serão realizadas no CIS-Guanabara)

Dia 10 (9h às 12h) Oficina Corpos que resistem

Dia 12 (19h às 22h) Oficina Traços e narrativas, um contar-brechtiano

Dia 13 (19h às 22h) Oficina Imaginário Onírico Coletivo da Metrópole

Dia 24 (9h às 12h) Oficina A voz feminina em jogo

Dia 26 (19h às 22h) Oficina Dançando com objetos

 

Endereços:

Paviartes (Unicamp). Rua Pitágoras, 500 – Cidade Universitária

CIS-Guanabara. Rua Mário Siqueira, 829 – Botafogo, em Campinas (estacionamento gratuito no local)

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/events/475832602824653/


 

Ciência, cultura e ambiente

na visão de quatro fotógrafos

 

Mostra no CIS-Guanabara será realizada de 7 a a 29 de novembro. Entrada franca

 

O fotógrafo norte americano Ansel Adams, falecido em abril de 1984, aos 82 anos, além de produzir uma obra admirada no mundo todo, cunhou uma frase que se tornou epígrafe em inúmeros trabalhos acadêmicos na área da fotografia: “Não fazemos uma foto apenas com uma câmera; ao ato de fotografar trazemos todos os livros que lemos, os filmes que vimos, a música que ouvimos, as pessoas que amamos”. Muito além do mero registro imagético, o objetivo do fotógrafo profissional é expressar por meio da imagem toda a emoção daquele instante, é fazer uso de um cabedal de informações que eternizam no quadrilátero um rico baú cultural, repleto de informações. É isso que pode ser observado na exposição “Coletivo Fotográfico: Ciência, Cultura e Ambiente”, com trabalhos dos fotógrafos Antonio Scarpinetti, Antoninho Perri, Manoel Marques e Reinaldo Meneguim. A abertura será no dia 7 de novembro (quarta-feira), às 19h00, na Galeria do CIS-Guanabara. A abertura contará com a apresentação do grupo de jazz Zeca Vieira Quarteto.  

Nessa mostra, os fotógrafos Antonio Scarpinetti e Antoninho Perri apresentam uma síntese do trabalho que realizam há décadas na Assessoria de Comunicação da Unicamp. Compete a eles, por meio das imagens, traduzir aquilo que de mais importante a Universidade produz nas áreas do ensino, da pesquisa e da extensão. São recortes muito longe de uma mera ilustração: são fragmentos de um olhar único, exclusivo, dotado de uma sensibilidade que os coloca no mais alto patamar da produção fotográfica nessa área.

 

Antonio Scarpinetti

 

 

Antoninho Perri

 

Para o editor do Jornal da Unicamp, Álvaro Kassab, jornalista que atua com os fotógrafos há duas décadas, Perri e Scarpinetti extraem poesia quando disparam o obturador da câmara fotográfica: “é a demonstração cristalina do domínio pleno que ambos têm dos segredos da arte fotográfica. Acompanho o esforço dos profissionais em busca das melhores imagens. O material exposto no CIS-Guanabara é uma amostra ínfima de milhares e milhares de trabalhos que atestam o talento e o profissionalismo, além de fornecer todas as pistas de como eles passam, incólumes, ao largo das armadilhas da ‘luz fria’. Seja em nesgas de luz ou por meio de nuances em frascos de experimentos, Perri e Scarpinetti conseguem o inimaginável: extrair poesia de locais dedicados a intrincadas equações da pesquisa de ponta”, avalia Kassab.

Além dos muros da Universidade, os fotógrafos Manoel Marques e Reinaldo Meneguim trazem um olhar com foco nas ciências sociais, transitando pelo universo do misticismo religioso e na relação do homem e o meio onde habita. Manoel Marques iniciou a carreira no extinto Diário do Povo, de Campinas. Passou pelo Jornal de Domingo e Correio Popular, quando mudou-se para São Paulo. Conheceu as particularidades do Brasil e América Latina pelo Jornal O Estado de São Paulo, revistas Brasileiro, IstoÉ, Época, Globo Rural, Marie Claire, Viagem Turismo, Crescer, Almanaque Brasil, Veja, entre outras. Atuando por esses veículos, teve a oportunidade de conhecer um Brasil onde vivem pessoas anônimas, simples, que engrossam a camada dos brasileiros esquecidos e ‘ilhados’.

Manoel Marques

 

 

Reinaldo Meneguim

Nessa exposição o fotojornalista e documentarista Reinaldo Meneguim apresenta uma síntese de registros realizados durante mais de 15 anos em festas populares no estado de São Paulo e também durante as edições  do Programa Revelando São Paulo - Festival da Cultura Paulista Tradicional. Com 21 anos de experiência profissional, Meneguim realizou diversos trabalhos nas diferentes áreas da fotografia. Começou atuando como laboratorista no processo preto e branco em empresa jornalística e tem formação desenvolvida através de cursos de fotografia realizados no Senac São Paulo. Atualmente, trabalha como autônomo e atua como fotojornalista no coletivo EDemocratize Jornalismo.

Durante a vernissage, o público terá a oportunidade de conhecer o trabalho do Zeca Vieira Quarteto, grupo de jazz que tem como proposta a execução e desenvolvimento de composições próprias, tendo nomes da cena instrumental atual (como Avishai Cohen, Aaron Parks, Esbjörn Svensson, entre outros) como principal fonte estética de influência. O quarteto foi formado no processo de desenvolvimento do recital de formatura do baterista Zeca Vieira pela Unicamp e conta com a participação de Wilian Alberti (piano), Andrés Zuniga (contrabaixo) e Guilherme Marcheto (guitarra).

 

Grupo de jazz Zeca Vieira Quarteto

A mostra fotográfica estará aberta ao público de 07 a 29 de novembro, segunda a sexta-feira, das 9h00 às 20h00 e sábados e domingos das 9h00 às 17h00. O CIS-Guanabara fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local). O evento tem a coordenação da agente cultural do CIS-Guanabara, Maria Cristina Amoroso Lima Leite de Barros. A exposição tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp. A entrada é franca.


Festival de rock reúne 7 mil pessoas no CIS-Guanabara

 

Aproximadamente 7 mil pessoas participaram no CIS-Guanabara da quarta edição do “Sunday Rock Sunday”. Foram quase 12 horas de puro rock com a participação das bandas Billy Mutreta, Rising Power, Killers Kiss, Big Six e a House Band da School of Rock, grupos que estão na estrada há algum tempo com inúmeras apresentações em casas noturnas, shows e festivais de rock pelo Brasil. Clássicos do gênero consagrados por Ozzy Osbourne, AC/DC e Kiss embalaram o público, que além da variada gastronomia oferecida pelos food trucks, pode conferir, também, entre as atividades paralelas, um espaço de compras com expositores de moda, brechó, cosméticos naturais, livros, entre outros.

 

Festival de rock realizado domingo, com cerca de 7 mil pessoas,

está entre os grandes eventos registrados no CIS-Guanabara

 


 

CIS-Guanabara inicia atividades do Projeto Guri

 

Aulas de canto coral, violino, viola, contrabaixo, saxofone e trompete são algumas das atividades oferecidas gratuitamente

 

A partir do dia 28 de agosto o CIS-Guanabara passa a sediar atividades do Projeto Guri, um dos maiores programas socioculturais do país. Aproximadamente 120 crianças terão aulas todas as terças e quintas-feiras, das 13h30 às 18h00, nas modalidades canto coral, cordas agudas (violino e viola), cordas graves (contrabaixo e violoncelo), madeiras (clarinete e saxofone) e metais (trompete, trombone e eufônio).

Segundo a gerente da Regional de Jundiaí do Projeto Guri, Eliza Langame, inicialmente, participam os alunos já matriculados no primeiro semestre. Ao todo são oferecidas 120 vagas. Em caso de desistência, novas vagas serão abertas. Os interessados devem procurar a coordenação do projeto nos dias de aulas. As atividades vão até a primeira semana de dezembro e após o recesso retornam em 2019. Além do CIS-Guanabara, o Projeto Guri atua em Campinas no DIC-5 e na Fundação CASA.

 

As aulas do Projeto Guri serão oferecidas no CIS-Guanabara,

as terças e quintas, no período da tarde. (Foto: Divulgação)

 

O Projeto Guri é mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e oferece, nos períodos de contraturno escolar, cursos de iniciação musical, luteria, canto coral, tecnologia em música, instrumentos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, sopros, teclados e percussão, para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos incompletos. Anualmente, cerca de 50 mil alunos são atendidos em quase 400 polos de ensino, distribuídos por todo o Estado de São Paulo. Desde seu início, em 1995, o projeto já atendeu cerca de 650 mil jovens na Grande São Paulo, interior e litoral.

O acesso ao Projeto Guri é universal e gratuito, porém, a organização desenvolveu políticas e práticas com foco na inclusão de alunos em situação de vulnerabilidade econômica e social. A partir do momento em que passam a  integrar o Guri, os alunos recebem atenção que vai muito além do ensino musical, com foco em trabalhar observando todas as condições que afetam a vida e o bem-estar de cada um, incluindo educação, assistência social, saúde, habitação, entre outras necessidades.

 


 

 

CIS-Guanabara é a nova casa do Projeto Guri, em Campinas

 

 

Aulas de música para 120 alunos de 6 a 18 anos serão oferecidas gratuitamente duas vezes por semana

 

O músico Rafael Peregrino nunca imaginou que um dia pudesse integrar o grupo de alunos do Conservatório Royal de Mons, na Bélgica, tampouco, que viesse a cursar percussão sinfônica no Instituto de Artes da Unicamp. Essa escalada no mundo da música foi possível graças ao trabalho de base que desenvolveu em Marília, interior de São Paulo, no Projeto Guri, um dos maiores programas socioculturais do país, que a partir de hoje tem o CIS-Guanabara como sua mais nova casa em Campinas. A solenidade de abertura aconteceu nessa quinta-feira, às 10h00, e contou com as presenças do pró-reitor de Extensão e Cultura (PROEC-Unicamp), Fernando Hashimoto, do vice prefeito de Campinas, Henrique Magalhães Teixeira, da gerente da Regional do Guri, Eliza Langame e do diretor do CIS-Guanabara, Marcelo Rocco. Durante o evento, houve a apresentação do grupo Regional da Vila, formado por alunos e ex-alunos de pós-graduação e de graduação em música pela Unicamp, entre eles, Rafael Peregrino.

 

Integrantes da mesa durante de apresentação do projeto

que vai reunir 120 alunos na Estação Guanabara


         Para a gerente da Regional de Jundiaí do Projeto Guri, Eliza Langame, a história do aluno Rafael, da Unicamp, é um dos vários exemplos que ocorrem com certa frequência no Guri. “Isso para nós, é fenomenal, é ver o resultado de um trabalho conjunto, que nasce com a experimentação do aluno, cresce com ele se desenvolvendo, se descobrindo como músico e depois alcançando um patamar profissional, muitas vezes de estudo e de referência dentro da própria Unicamp. Isso é muito bacana, é muito positivo”, afirma orgulhosa.

 

Eliza Langame: “A parceria com a Unicamp é uma oportunidade

ímpar de integração de linguagens culturais”


         O pró-reitor Fernando Hashimoto, docente do curso de música da Unicamp, destaca a importância do cunho social do Guri, programa que apresenta muita afinidade com as propostas na Universidade. “O projeto, além do aspecto social, tem muita qualidade no aspecto artístico. Muitos alunos que fazem hoje graduação na Unicamp passaram pelo Projeto Guri, um modelo de extensão muito parecido com o que procuramos desenvolver na Universidade. Vale salientar a importância da parceria com o Governo do Estado e com a Prefeitura de Campinas, fortalecendo essa relação por meio de projetos dessa natureza”, avalia. O vice-prefeito Henrique Magalhães Teixeira enaltece a parceria com a Unicamp e considera essa nova casa do Guri um local especial em que as crianças terão oportunidade de aprender música numa antiga estação de trem, num ambiente que estimula o conhecimento e que é de grande relevância para na história de Campinas.

 

Fernando Hashimoto: “Projetos dessa natureza solidificam

parcerias entre a Universidade e os governos estadual e municipal”

         Sobre a importância do projeto social, Hashimoto destaca a utilização da música como instrumento de desenvolvimento dessas crianças. “A formação na área de artes trabalha com a sensibilidade dos alunos. Se você pega esses alunos na faixa entre 6 e 12 anos de idade, por exemplo, você consegue um desenvolvimento pela música, atinge áreas específicas do cérebro que nenhuma outra forma de educação proporciona. Você cria uma melhoria geral na formação dessa criança. Além disso, o ensino de música apresenta outras qualidades como o sentido de coletividade, já que você nunca faz música sozinho, de organização, de disciplina, de responsabilidade. É como no esporte, que desenvolve muito a capacidade espacial, de percepção, de tridimensionalidade. Um adulto que não teve essa oportunidade, tem mais dificuldades. Então a gente sabe que essa formação mais global elabora um repertório que desenvolve um cidadão mais equilibrado, do ponto de vista intelectual. Isso também traz a criança para o mundo real, deixando de lado as microtelas. Pelo menos, no momento em que está ensaiando ou se apresentando, o aluno se dá conta de que existe um mundo fora do celular”.


         Fazer do CIS-Guanabara a nova casa do Guri em Campinas, para Hashimoto, é estratégico, tanto para o projeto quanto para a Reitoria, porque o CIS é o espaço da Unicamp no centro da cidade. “Sediar o Guri não representa oferecer algo apenas para o aprendiz de música, mas também para sua família. Trata-se de uma atividade cultural que vai permitir que mais pessoas conheçam a Estação Guanabara, um centro cultural de relevância situado fora do campus da Unicamp”. Nesse sentido, a proposta do CIS, segundo o sociólogo e diretor do órgão, Marcelo Rocco, é oferecer paralelamente aos pais dos alunos atividades culturais enquanto as crianças estiverem em aula. Para Eliza Langame, contar com a Unicamp e, mais especificamente com o CIS-Guanabara como parceiro, é fundamental para o desenvolvimento do projeto Guri. “O trabalho que o centro cultural realiza vai complementar as ações do Guri e vice-versa. É a possibilidade de desenvolvimento de novos projetos, novas propostas para o espaço, tanto para os alunos do Guri quanto para o público que frequenta o CIS-Guanabara. Considero uma oportunidade ímpar de integração de linguagens culturais”, afirma.

 

Marcelo Rocco: “O CIS-Guanabara está sediando um projeto

de educação musical. Quem ganha é a sociedade”

  
         Nessa linha de raciocínio, Rocco ressalta que, tradicionalmente, os centros de cultura têm nas artes um meio de interlocução com o público, de modo que a música, assim como as artes visuais e cênicas figuram, quase sempre, como aquelas que vertem expressiva gama de ações à sociedade quando comparadas aos outros campos de interesse. “Fomentar e ofertar ações no campo da música é algo já esperado por qualquer centro cultural, no entanto, nessa ação conjunta com o Guri, o que estamos viabilizando é um projeto de educação musical e, nesse sentido, ser um centro cultural que também abriga uma escola de música nos coloca numa condição de grande relevância e quem sai ganhando com isso é a sociedade”, afirma.

 

Henrique Magalhaes Teixeira: “Aprender música é um desafio,

daí a importância da família nessa caminhada com as crianças”

         Durante a solenidade de abertura, a professora Diana Patrícia Ferreira de Santana, mãe de três alunos do Guri, fez um agradecimento especial aos educadores do projeto, mostrando o quanto eles são importantes para a formação de seus filhos. “A música tem uma função terapêutica que torna o ser humano melhor. O reflexo disso eu percebo dentro de casa”, afirma. Henrique Magalhães Teixeira, músico de formação, diz que o aprendizado da música é um desafio e a participação da família é essencial. “Ao longo desse percurso, o estímulo e apoio dos pais é fundamental para aflorar as potencialidades e o desenvolvimento dos alunos.” O evento contou com a palestra do historiador Henrique Anunziata que focalizou temas ligados ao patrimônio ferroviário. “É importante que os alunos e os pais que aqui permanecerão duas vezes na semana saibam da importância histórica dessa estação que a partir de agora se torna, também, uma escola de música”, ressalta. O aluno do curso de física da Unicamp e coordenador geral do Trote da Cidadania, Tiago Enrique Cantuário,  participou do evento e fez a doação de 200 canecas para as crianças do Guri. “É a forma simbólica que encontramos para dar boas vindas às crianças que agora iniciam uma trajetória no CIS-Guanabara e que pode culminar, quem sabe, em algum curso de graduação da Universidade”, diz.

 

Evento de lançamento do Projeto Guri reuniu autoridades e pais de alunos de música


         No CIS-Guanabara o curso começa no dia 28 de agosto. As aulas serão realizadas as terças e quintas, das 13h30 às 18h00, nas modalidades canto coral, cordas agudas (violino e viola), cordas graves (contrabaixo e violoncelo), madeiras (clarinete e saxofone) e metais (trompete, trombone e eufônio). Inicialmente, participam os alunos já matriculados no primeiro semestre. Ao todo são oferecidas 120 vagas. Em caso de desistência, novas vagas serão abertas. Os interessados devem procurar a coordenação do projeto nos dias de aulas. As atividades vão até a primeira semana de dezembro e após o recesso retornam em 2019. Além do CIS-Guanabara, o Projeto Guri atua em Campinas no DIC-5 e na Fundação CASA.
 
         Mais sobre o Guri
         O Projeto Guri é mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e oferece, nos períodos de contraturno escolar, cursos de iniciação musical, luteria, canto coral, tecnologia em música, instrumentos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, sopros, teclados e percussão, para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos incompletos. Anualmente, cerca de 50 mil alunos são atendidos em quase 400 polos de ensino, distribuídos por todo o Estado de São Paulo. Desde seu início, em 1995, o projeto já atendeu cerca de 650 mil jovens na Grande São Paulo, interior e litoral.
         A Amigos do Guri é uma organização social de cultura que administra o Projeto Guri. Desde 2004, é responsável pela gestão do programa no litoral e no interior do estado de São Paulo, incluindo os polos da Fundação CASA. Além do Governo de São Paulo, idealizador do projeto, a Amigos do Guri conta com o apoio de prefeituras, organizações sociais, empresas e pessoas físicas. Seus principais objetivos, segundo Eliza Langame, são fortalecer a formação das crianças, adolescentes e jovens como sujeitos integrados positivamente em sociedade e difundir a cultura musical em sua diversidade. “As ações propõem às crianças, adolescentes e jovens a potencialização de suas dimensões estética, afetiva, cognitiva, motora e social por meio da valorização das diferentes expressões culturais e o estímulo a criações e apresentações de grupos musicais”, explica.

 

Rafael Peregrino: “Estou à vontade para dizer aos meninos que aproveitem,

mesmo, essa experiência, que é única”


          O acesso ao Projeto Guri é universal e gratuito, porém, a organização desenvolveu políticas e práticas com foco na inclusão de alunos em situação de vulnerabilidade econômica e social. A partir do momento em que passam a  integrar o Guri, os alunos recebem atenção que vai muito além do ensino musical, com foco em trabalhar observando todas as condições que afetam a vida e o bem-estar de cada um, incluindo educação, assistência social, saúde, habitação, entre outras necessidades.
          A partir de 2008, o Projeto Guri criou o programa “Aulas Espetáculo”, um circuito de apresentações interativas de grupos musicais brasileiros, reconhecidos pela crítica por suas propostas inovadoras. A ação visa democratizar o acesso à cultura para os alunos e a comunidade das cidades em que ocorrem as apresentações. Os artistas convidados mesclam ao seu show usual elementos didáticos, como conceitos sobre teoria e técnica musical, e interagem com os estudantes, de forma a ampliar seu universo de referências e inseri-los num novo contexto musical.
         Outro programa é o “Grupos de Referência”, uma oportunidade para jovens em estágio mais avançado de aprendizagem de aprimorar seu conhecimento musical, melhorar suas técnicas, refinar seu repertório e participar de diversas atividades e eventos que proporcionam a troca de experiência com estudantes de diferentes polos, músicos e regentes de grande destaque nacional e internacional. “É o momento de deixar de seguir para serem seguidos, tornando-se exemplo para os guris em desenvolvimento”, afirma Eliza Langame. Rafael Peregrino antes vir para a Unicamp participou dos Grupos de Referência e também atuou como professor do projeto em cidades na região de Marilia, sua terra natal. “Com essa vivência no Guri e as possibilidades que o projeto me proporcionou, me sinto muito à vontade para dizer aos meninos que aproveitem mesmo essa experiência, que é única”, afirma o aluno da Unicamp. 
 
         Grupo Regional da Vila
 
         Durante a cerimônia de abertura, o grupo Regional da Vila apresentou parte do repertório do projeto “Música Brasileira em foco: 100 anos de Jacob do Bandolim”. Formado por alunos e ex-alunos da pós-graduação e graduação em música pela Unicamp, o grupo nasceu em 2018 e tem como objetivo difundir a cultura musical brasileira através de um olhar sobre a linguagem musical singular do choro. Com apresentações em casas noturnas e centros culturais em São Paulo e Campinas, o Regional da Vila conta com cinco integrantes. Além do ex-aluno do Projeto Guri, Rafael Peregrino (pandeiro), integram o conjunto Ricardo Henrique (violão de seis cordas), Guilherme Sakamuta (bandolim), Maurício Guil (violão de sete cordas) e Eduardo Pereira (cavaquinho).

 

Grupo “Regional da Vila”: Homenagem a Jacob do Bandolim e difusão da cultura

do choro dentro e fora da universidade


         Ao longo desse ano, o grupo vem fazendo homenagem ao centenário de um dos maiores compositores e bandolinistas da música instrumental brasileira, Jacob do Bandolim. “O projeto Música Brasileira Em Foco: 100 Anos de Jacob do Bandolim, para além de sua abordagem artística, traz uma continuidade do programa Caminhos do Choro realizado em parceria com web rádio Unicamp, em que buscamos homenagear, mensalmente, um compositor ou instrumentista ligado ao choro”, afirma o integrante do grupo, Ricardo Henrique. “Nossa proposta é difundir a cultura do choro dentro e fora da universidade de forma a favorecer a ampliação do alcance social desse patrimônio cultural brasileiro”.
 


CIS-Guanabara sedia encontros

sobre cultura indígena na RMC

 

Evento gratuito tem primeiro encontro no dia 25 de agosto

 

Durante o segundo semestre desse ano o CIS-Guanabara será sede de cinco encontros promovidos pelo grupo EtnoCidade, coletivo de indígenas e não-indígenas que busca dar visibilidade às etnias indígenas que vivem em contexto urbano na Região Metropolitana de Campinas. O primeiro evento, dia 25 de agosto, das 13h00 às 17h00, tem como tema “Educação Decolonial: uma conversa de como os indígenas podem contribuir para a inclusão da diversidade etnicocultural nas escolas ” O encontro será coordenado pelo sociólogo e promotor cultural Alessandro José de Oliveira.

Segundo Oliveira, a ideia é promover uma reflexão a partir da experiência de personagens de origem indígena que vivem na RMC. “Vivenciar o diálogo de fato e o compartilhamento de sentidos com indígenas que vivem na cidade permitiu-me um alargamento de minhas possibilidades de interpretar o mundo”, afirma. “Isso demanda um exercício cotidiano de alteridade e disposição para abandonar a zona de conforto gerada pelas certezas preestabelecidas como pilares de certa concepção dominante de conhecimento”. O objetivo desse encontro é dialogar com professores e público em geral sobre a situação dos indígenas que vivem em metrópoles, examinar alguns aspectos da história oficial, alertar para os vícios coloniais e refletir sobre diferentes modos de lidar com a racionalidade hegemônica tão presente na sociedade urbana.

Coletivo EtnoCidade discute a situação de indígenas que vivem na Região Metropolitana de Campinas

Criado em 2015, o EtnoCidade busca fomentar discussões e reflexões sobre cultura indígena em contexto urbano através da edição anual da Feira de Cultura Indígena de Campinas. Também procura dar visibilidade promovendo atividades culturais e apresentando o conhecimento das culturas indígenas para as escolas e instituições da cidade de Campinas e região. Oliveira afirma que o grupo procura oferecer meios para que os indígenas possam manter sua cultura mesmo vivendo em cidades e longe de suas aldeias. “O que pretendemos é quebrar estereótipos, preconceitos e mudar paradigmas que são associados à diminuição dos indígenas, esclarecendo a sociedade nos âmbitos público e privado sobre nossa herança identitária indígena”, afirma Oliveira.

          Ao longo do segundo semestre serão realizados mais quatro encontros: “Direitos achados na roça” (dia 22 de setembro), “Corpos indígenas – corpos políticos: os privilégios caçados a laço” (dia 27 de outubro), “Vivências de culinária indígena” (dia 01 de dezembro) e “Xondora e Capoeira – irmão na resistência” (dia 15 de dezembro). A atividade no CIS-Guanabara tem a coordenação das agentes culturais Irani Ribeiro e Maria Aparecida Vaz Bueno. O CIS-Guanabara fica à Rua Mário Siqueira, 829, bairro Botafogo, em Campinas (estacionamento gratuito no local).


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