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CIS-Guanabara é palco de aula de Catira

 

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas a partir de 20 de julho

 

 Todas as quartas-feiras à noite ecoa da gare do CIS-Guanabara um som diferente, marcado pelas batidas dos pés, das palmas e um agradável som de viola que remete ao universo sertanejo. São as aulas de catira coordenadas pelo mestre catireiro “Candeeiro Franco” que vê nessa prática oportunidade de difundir essa dança exótica que integra o rico folclore brasileiro. As inscrições podem ser feitas a partir do próximo dia 20 de julho.

Hoje espalhada pelos diferentes estados do Brasil, a catira é praticada por homens e mulheres com mais frequência em cidades do interior cujo ritmo é determinado pela viola caipira marcado pela batida dos pés e das mãos.

 

As aulas de Catira são gratuitas e remetem ao universo sertanejo

Abertas ao público em geral (mulheres cada vez mais integram os grupos de catira brasileiros), as aulas são gratuitas e acontecem todas as quartas-feiras, das 19h00 às 21h00 no CIS-Guanabara (Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas – com estacionamento no local). Mais informações pelos telefones: (19) 3233-7801, 3253-4343 e 99156-9803. A iniciativa é uma realização da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC-Unicamp) em parceria com o CIS-Guanabara. 


 

CIS-Guanabara sedia Curso

Livre de Filosofia

Evento gratuito ocorre em agosto e tem Nietzsche como tema  

 

O CIS-Guanabara sedia nos próximos dias 9, 16, 23 e 30 de agosto, das 19h00 às 21h30, o curso “Introdução ao Eterno Retorno de Nietzsche”. Promovida pelo "Corujão - Curso Livre de Filosofia", a atividade é gratuita e tem como objetivo introduzir a concepção de eterno retorno do filósofo prussiano através de leituras de aforismos presentes em obras publicadas. Também focalizará outros temas importantes como a morte de Deus, os últimos homens e além-dos-homens, que são fundamentais para entender o lugar desse eterno retorno na filosofia de Nietzsche. Ministrado pelo professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, Newton Amusquivar, o curso terá como guia as obras A Gaia Ciência e Assim Falou Zaratustra. As inscrições poderão feitas a partir do dia 18 de julho.

Obras de Nietzsche conduzem o conteúdo do curso livre de filosofia

O “Corujão” é um curso livre de filosofia criado na década de 2000 por alunos do curso de Filosofia da Unicamp, com o objetivo de ministrar aulas gratuitas de filosofia para a comunidade. De natureza itinerante, o “Corujão” sempre teve a iniciativa de estabelecer um primeiro contato entre a filosofia e o público leigo, discutindo temas atuais pela ótica da História da Filosofia.

O processo de inscrição não é obrigatório, mas auxiliará na produção dos certificados que serão entregues ao final do curso. Para se inscrever, basta preencher o formulário abaixo:

 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeWdhgkGPtAlymDs94IYHWSxNIX6phMBAJRFu-tz_kBF8Pnag/viewform.O

curso tem apoio do CIS-Guanabara, Cemodecom (Centro Fausto Castilho de Estudos de Filosofia Moderna e Contemporânea – IFCH-Unicamp) e Cafil (Centro Acadêmico de Filosofia – IFCH-Unicamp).

O CIS-Guanabara fica à Rua Mário Siqueira, 829, bairro Botafogo, em Campinas (estacionamento gratuito no local).


 

CIS-Guanabara abriga nova

edição do Mercado Mundo Mix

 

Evento reúne expositores de moda e arte e promove concurso inédito de drag queens. Entrada franca

  

Maior evento de economia criativa do país, o Mercado Mundo Mix volta a reunir em Campinas expositores de diversas áreas artísticas da região metropolitana e inova trazendo à cena cultural o debate sobre gênero com o 1º Mundo Mix Drag Race, inédito concurso de drag queens inspirado em movimentos dos anos 90. Assim, a feira reafirma sua preocupação social, bem como exalta princípios fundamentais de educação, arte, sustentabilidade e empreendedorismo arrojado. O evento ocorre entre os dias 04 e 05 de agosto, das 12h às 20h, no CIS-Guanabara. Entrada franca.

A antiga estação de trem receberá 75 expositores criativos ligados à moda, design, tatuagem e artesanato, além de food trucks, 17 veículos estacionados na área externa com opções variadas de comidas e cervejas artesanais que prometem contemplar o grande público esperado. Roupas, saboaria, antiguidades, acessórios, moda pet e bolsas estão entre os artigos presentes nas bancas. Na tradicional Rádio Mundo Mix, o DJ Will Robson continua no comando das pick up, apresentando o melhor da musica mundial no CIS-Guanabara.

 

O Mundo Mix mantêm nesta edição a parceria com Associação dos Artesãos de Campinas, responsável pela seleção e curadoria dos expositores para levar à feira os melhores profissionais de Campinas e região. “A área de artesanato do Mundo Mix contempla artesãos e pequenos produtores de Campinas e cidades da região de modo a oferecer para o público exigente da feira qualidade e novidade a um preço acessível. Tem muita coisa bonita e interessante”, diz a diretora da associação, Rita Diogo, lembrando que o artesanato é um dos principais pilares da economia criativa, em que é valorizada a criação autoral, com materiais inusitados.

Durante os dois dias de MMM ocorrerão as disputas do Drag Race, cujo objetivo é valorizar e promover a visibilidade da arte transformista junto à comunidade, contribuindo desta forma para o combate ao preconceito e discriminação de gênero e orientação sexual. “Nos anos 90, quando introduzimos shows de drag no Mundo Mix a questão era mais artística, de afirmação de classe. Hoje, além disso, estamos no momento de discutir gênero”, diz o idealizador do Mercado Mundo Mix, Beto Lago.

Todos os artistas performáticos, drag queens, trans de comunidade LGBT da região metropolitana estão convidados a se inscreverem até quinta-feira na página do evento no Facebook (https://www.facebook.com/events/386271198551133/); basta seguir as normas do regulamento e aguardar o retorno da banca julgadora.

Há 24 anos, o Mundo Mix fortalece a economia criativa no Brasil. Estilistas renomados como Alexandre Herchovicth, Walerio Araujo, João Pimenta, Samuel Cirnansck e Marcelo Sommer, e grandes marcas como Cavalera e Chilli Beans deram os primeiros passos no MMM. O evento foi criado em 1994 em São Paulo, passou pelo Rio de Janeiro e logo desembarcou em Campinas, onde construiu trajetória exponente que o levou à Europa.

A temporada no Antigo Continente deu-se de 2001 a 2013, quando retornou a Campinas. Desde então, foram realizadas cerca de 30 edições, inicialmente na Estação Cultura, em Campinas, e pela segunda vez consecutiva desembarca no CIS-Guanabara, consolidando uma parceria exclusiva com a Unicamp. Desde a mais recente edição, em abril, o Mercado Mundo Mix está instalado no CIS-Guanabara, firmando uma parceria exclusiva com a Unicamp. O local é a antiga estação de trem da Mogiana que foi restaurada em diferentes etapas, tombada pelo Condepacc em 2004 e pelo Condephaat em 2018.  

O CIS-Guanabara é um órgão da Unicamp, criado e vinculado pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC). Está instalado na antiga Estação Guanabara, símbolo arquitetônico da cidade pertencente a então Cia. Mogiana, fundamental para o desenvolvimento econômico da cidade e país nos séculos XIX e XX. O CIS-Guanabara desenvolve suas atividades fundamentado numa visão ampla sobre cultura, acolhendo e promovendo ações que atendem aos ensejos do homem contemporâneo nos campos da arte, entretenimento, educação, comportamento, sustentabilidade, dentre outros. “A denominação Centro Cultural de Inclusão e Integração Social consolida o compromisso e fomento aos diálogos e trocas de saberes universidade-sociedade, por meio de ofertas públicas de bens culturais, essenciais à promoção da causa da emancipação humana”, afirma o sociólogo e diretor do CIS, Marcelo Rocco. O CIS-Guanabara fica à rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, em Campinas (estacionamento gratuito no local).


 

 

Evento celebra paz e perdão

universal no CIS-Guanabara

 

Meditação, hinos e dança integram a programação

 

O Movimento Mundial de Paz e de Mudança para o Sincronário de 13 Luas promove no próximo dia 25 de julho, das 19h00 às 21h00, a Celebração do Dia Mundial de Paz e do Perdão Universal - Dia Fora do Tempo Linear. O evento será realizado no CIS-Guanabara e contará com a participação da Companhia de Dança Humaniza, coordenada pela professora Keyla Ferrari.

O Sincronário da Paz representa a Rede de Arte Planetária (RAP) no Brasil. Trata-se de uma aliança global de pessoas voluntárias, autônomas, que trabalham pela paz, pela cultura e pela natureza, sem nenhuma filiação religiosa ou tendência política. Aberto ao público em geral, o evento tem a coordenação da professora Ilse Dudeck e da agente cultural do CIS-Guanabara, Flávia Moraes Salles. O CIS-Guanabara fica à Rua Mário Siqueira, 829, no bairro Botafogo, em Campinas (estacionamento gratuito no local)

 


 

CIS-Guanabara oferece oficina Brincarte

 

Inscrições já podem ser feitas. A atividade é gratuita

 

Sensibilização do corpo e do olhar para a brincadeira e a potencialização do corpo por meio da expressão artística são alguns dos objetivos da Oficina Brincarte: Universo Lúdico da Criança. Sob a coordenação dos professores Joiciane Belloto e Flávio Sapienza, as atividades serão realizadas nos dias 15 de setembro, 20 de outubro e 17 de novembro no CIS-Guanabara, sempre das 8h30 às 18h00.

Segundo os professores responsáveis, a oficina visa integração de diferentes linguagens artísticas como dança, música e contação de histórias utilizadas em suas diversas manifestações da cultura popular. Destinada a professores, recreadores, gestores e demais profissionais da áreas da educação e da arte, a oficina também abordará a conscientização ecológica para a reutilização de materiais. O trabalho no CIS-Guanabara tem a coordenação da agente cultural Elizabeth Aparecida Piva da Silva Oliveira.

 

Serviço:

·         Evento: Oficina Brincarte: Universo Lúdico da Criança

·         Datas: 15 de setembro, 20 de outubro e 17 de novembro

·         Horário: das 08h30 às 18h00

·         Local: CIS-Guanabara - Rua Mário Siqueira , 829, Botafogo. Telefone: 3231-6369 - Estacionamento gratuito no local

·         Vagas limitadas

·         Inscrições gratuitas aqui

 


 

Viola Perpétua tem primeira exibição

no CIS-Guanabara

Documentário será apresentado gratuitamente

no próximo dia 19, às 19h30

 

A celebração de valores ligados à cultura caipira por meio de orquestras que têm a viola como forma de expressão musical é o combustível que dá vida ao documentário Viola Perpétua, longa metragem do diretor Mário de Almeida, que será exibido em primeira mão no próximo dia 19 (quinta-feira), às 19h30, na gare do CIS-Guanabara. Com duração de 72 minutos, Viola Perpétua lança luz sobre as diversas formas de envolvimento com a música de viola e sobre as possibilidades e conflitos, no que tange a coexistência da cultura caipira no ambiente das orquestras e outros grupos que se utilizam do instrumento. Com depoimentos de pessoas ligadas a essa cultura, o documentário apresenta fragmentos de vida, possibilitando uma aproximação do espectador em um contexto de personagens que refletem sobre as suas próprias raízes. A exibição do filme será seguida de uma conversa entre o público e o diretor que falará sobre sua primeira experiência em longa metragem. O evento também será marcado pelo lançamento do site que leva o mesmo nome do filme. 

Segundo o diretor, foram mais de seis anos de pesquisa em busca de aspectos sobre grupos e pessoas que se expressam através da viola no estado de São Paulo. O trabalho focalizou diversas orquestras e seus integrantes, desde os primeiros grupos até os mais atuais, relacionando o surgimento  desses conjuntos com as novas formas de expressão do instrumento e da cultura peculiar. “Neste processo, segui no rastro de histórias que tinham as orquestras como ponto de partida ou de personagens que me levaram até seus grupos. Identifiquei contextos singulares, vivências de personagens em suas experiências coletivas. É isso que quero compartilhar por meio desse filme”, afirma Mário de Almeida. Ele ressalta que a ideia não é traçar um panorama geral sobre o surgimento de várias orquestras em curto espaço de tempo, lembrando que no período entre 2001 e 2009, segundo o pesquisador da Unicamp, Renato Cardinali Pedro, foram criados 49 grupos no estado de São Paulo. Também não quer fazer o espectador entender exatamente esse fenômeno. “Diferentemente disso, a intenção é compartilhar esse processo de imersão nos fragmentos que compõem um universo tão cheio de significado e proporcionar uma viagem pelas riquezas dos saberes populares e da luta por manter viva essa cultura no Brasil”, esclarece.

Em 2012, o diretor iniciou a pesquisa tendo como recorte principal orquestras de viola e grupos que trabalham atualmente com o instrumento no estado de São Paulo, especialmente no interior: “Neste projeto, desde o início, a busca foi por encontrar nas memórias e nas histórias das pessoas um sentido para o fenômeno do crescimento da viola. Queria ouvir desde aqueles que não têm muito contato com a cultura caipira até os que nasceram na roça ou têm uma forte ligação com a tradição. Sempre me interessou ir atrás de saber quais os sentimentos que uma cantoria, o som de viola ou mesmo o cheiro do fogão de lenha, despertam nessas pessoas. Na literatura, sempre encontramos pistas, mas é na conversa com as pessoas que a gente confirma que a viola é, por excelência, a porta-voz desses sentimentos”.

Mário de Almeida é documentarista e trabalha há 15 anos em projetos audiovisuais e multimídia. Formado em Rádio e Televisão pela Universidade Anhembi Morumbi, atua nas funções de diretor, roteirista, produtor e editor, participando de projetos em diversos segmentos. Além de Viola Perpétua, é diretor e produtor dos curtas REIS - os violeiros de Palmital (2013) e A mão direita do Itapuã (2017), filmes que são resultado de sua pesquisa sobre a cultura caipira e a música de viola.

Cenas que integram o documentário Viola Perpétua que que terá estreia nacional no CIS-Guanabara

 

Para o músico, pesquisador e autor de entrevistas que integram o documentário, Saulo Alves, esses grupos musicais vivem um momento de inovação. “Assim como reconhecemos a representação da imagem de uma dupla caipira para o segmento sertanejo, as orquestras representam um novo modo de se conceber a música de viola, seja pela formação do grupo, dos arranjos vocais e instrumentais ou do repertório. Mais do que cantar clássicos do cancioneiro sertanejo, as orquestras têm inovado com composições diversas que anteriormente permaneciam em campos musicais próprios”, afirma.

O filme, com produção de Carolina Scatolino e Mário de Almeida, contou com recursos da Secretaria Estadual da Cultura por meio do edital ProAC, programa de incentivo à cultura do governo paulista. Após essa primeira exibição na Estação Guanabara, o filme percorre um longo circuito por cidades do interior de São Paulo.  A apresentação do documentário no CIS-Guanabara tem a coordenação das agentes culturais Maria Aparecida Vaz Bueno e Helenice Vitorino. A exibição de Viola Perpétua é franqueada ao público. O CIS-Guanabara fica à Rua Mário Siqueira, 829, no Botafogo (estacionamento gratuito no local).


 

Visita guiada na Estação Guanabara

encerra programa Roda SP

178 passageiros embarcaram na plataforma que um dia recebeu o imperador D. Pedro II

 

Os passageiros que participaram da última etapa do programa Roda SP nesta quinta-feira (5 de julho) tiveram a oportunidade de conhecer alguns aspectos da história da ferrovia de São Paulo. Antes de embarcarem com destino a Serra Negra e Amparo, rebobinaram o fio do tempo, retornaram ao ano de 1876 quando foi inaugurada oficialmente a Companhia Mogiana de Estradas de Ferro. O estudioso da história de Campinas, Wagner Paulo dos Santos, falou sobre a vinda do imperador D. Pedro II a Campinas a bordo da Maria Fumaça e da Estação Guanabara como importante entroncamento ferroviário que ajudou a desenvolver um bairro de Campinas que é hoje uma das áreas mais valorizadas da cidade.

Wagner Santos lembra que D. Pedro II passou pela Estação Guanabara em 1876, na inauguração da Companhia Mogiana. “O imperador veio de trem do Rio de Janeiro a São Paulo. Na capital, pegou a antiga estrada de ferro dos ingleses que unia Santos a Jundiaí, de onde seguiu para Campinas. Ele embarcou na Estação Central de Campinas (hoje Estação Cultura), veio para a Estação Guanabara e seguiu para Mogi Mirim. Evidentemente, no trecho Campinas-Mogi Mirim já existiam as paradas planejadas, nas fazendas dos grandes produtores de café. O imperador aproveitou a oportunidade para conceder títulos de barão e de visconde aos fazendeiros, de acordo com as conveniências políticas da época. Os novos barões, enaltecidos, aplicavam mais dinheiro nas ferrovias, algo muito importante para o desenvolvimento do estado”, afirma o estudioso revelando que na primeira visita do imperador a Campinas, em 1852, a viagem se deu no lombo de uma mula.  

 

O Estudioso da história de Campinas, Wagner Santos, relata aspectos da memória da ferrovia paulista

 

O palestrante revelou também que o bairro Guanabara era um lugar afastado do centro, mas com algum sinal de uma industrialização que se fortaleceria nos anos seguintes. “A Estação Guanabara tornou-se uma espécie de entroncamento ferroviário. Houve um momento em que eram embarcados mais passageiros aqui do que na Estação Central. Toda a produção agropecuária que vinha do interior de São Paulo passava pela Estação Guanabara com destino a estação Central de Campinas. De lá seguia para diferentes destinos, como São Paulo e Santos. A estação Guanabara, no entanto, passou a ser um importante entreposto. Aquilo que não era transportado para a capital, como as máquinas agrícolas, ficava nos barracões e daqui seguiam para fazendas em Mogi Mirim, Mogi Guaçu e Jaguariúna, por exemplo. Ou seja, a Mogiana começava a ganhar vida própria, era o pontapé inicial de uma nova linha, de um mercado que começava a se expandir para uma região até então desabastecida de linha ferroviária”.

 

Antiga estação de trem em Mogi Mirim:

fazendeiros investiam no desenvolvimento da ferrovia paulista

 

O programa Roda SP, iniciativa da Secretaria Estadual de Turismo, teve início no dia 21 de junho. Inicialmente estavam previstas saídas diárias de um ônibus para Serra Negra e Amparo (terças, quintas e sábados) e Águas de Lindóia e Lindóia (quartas, sextas e domingos). Por conta da grande procura, com bilhetes no valor de R$ 10,00, a organização ampliou o número de ônibus. Em média, partiram diariamente da Estação Guanabara três ônibus. Hoje, foram necessários quatro veículos coletivos para atender a demanda. Segundo a agente Cultural do CIS-Guanabara, Flávia Moraes Salles, idealizadora do projeto memória-viva que possibilita a visita guiada coordenada por um estudioso ou personagem que vivenciou os áureos tempos da ferrovia paulista, a Secretaria Estadual de Turismo já sinalizou que o programa poderá se repetir no próximo ano. “Caso se confirme, nossa proposta é intensificar as visitas guiadas, apresentando aos passageiros um pouco da memória da ferrovia paulista”, afirma. 

 

Ônibus do Roda SP na Estação Guanabara: programa poderá se repetir no próximo ano

 

 


 

Ferroviário aposentado relata

memórias no CIS-Guanabara

 

Ivo Arias é o convidado “memória viva” em projeto

do Sesc que tem etapa no próximo domingo na Estação Guanabara

 

 

O ferroviário aposentado Ivo Arias, 76 anos, foi telegrafista, chefe de estação, controlador de circulação de trens e chefe do Departamento de Transporte em diferentes companhias. Vestiu o uniforme da Sorocabana, da Mogiana, da Fepasa, empresa onde se aposentou em 1987. Lembra com emoção dos áureos tempos da ferrovia no estado de São Paulo, quando as estações de Campinas integravam o roteiro que partia do interior e seguia para o porto de Santos. “As pessoas estavam sempre bem vestidas. Os homens de terno, gravata e chapéu, muitas mulheres usavam luvas. Os funcionários da estação deviam usar quepe, terno e os sapatos muito bem engraxados, caso contrário, tomavam um dia de suspensão”, fala em tom nostálgico. Arias, como era conhecido no meio ferroviário, é o convidado “memória viva” do CIS-Guanabara para o projeto “Campinando...”, iniciativa do Sesc-Campinas que ocorre no próximo domingo em diferentes locais históricos da cidade.

Trata-se de uma proposta de (re) conhecimento de Campinas, que no auge de seus 244 anos têm uma história permeada por transformações importantes para a cidade e o país. Passeios e vivências vêm ao encontro da memória, dos patrimônios materiais e imateriais, das áreas naturais e rurais e das personagens que Campinas abriga, como o ferroviário Ivo Arias, além da tecnologia, da ciência e das artes produzidas no município.

A apresentação será às 8h30 no hall de entrada da Estação Cultura. O roteiro terá início às 9h00, com acompanhamento de guia turístico credenciado pelo Ministério do Turismo. A visita guiada começa na Estação Cultura onde os participantes terão uma introdução à história da ferrovia e sua trajetória em Campinas. Na sequência, embarque em ônibus para passeio pelo Palácio da Mogiana. “Após almoço ocorre a visita guiada na antiga Estação Guanabara, onde o ferroviário Ivo Arias terá a oportunidade de relembrar momentos de seus quase 35 anos de profissional de diferentes companhias de trem”, diz a agente cultural e responsável pela etapa no CIS-Guanabara, Flávia Moraes Salles. Na sequência, visita à Estação Anhumas para embarque no trem da Maria Fumaça com destino à Estação de Tanquinho. O retorno está previsto para a Estação Cultura às 18h30.

Para alguns, viajar de trem é um resgate da memória, para outros é uma oportunidade de descobertas. Em Campinas a ferrovia surgiu nos tempos áureos do café e era o meio de transporte mais utilizado para escoar a produção, fator primordial para o crescimento e desenvolvimento da cidade. Durante a visita guiada no CIS-Guanabara, o ferroviário aposentado terá também a oportunidade de falar da decadência desse sistema de transporte e da importância da preservação dessa memória. 

O aposentado Ivo Arias é o “memória viva” que coordenará a visita guiada no CIS-Guanabara

 

Arias vivenciou um momento triste da memória ferroviária de São Paulo, uma espécie de crônica da morte anunciada quando, segundo ele, os horários dos trens que partiam do interior rumo à capital foram alterados com o objetivo velado de acabar com esse meio de transporte e dar início ao sucateamento que se estende até os dias atuais. Ele lembra que o trem procedente da Alta Sorocabana, com passageiros de cidades como Presidente Prudente, Assis e Ourinhos, chegavam a São Paulo às 6h00 da manhã e retornavam para o interior às 18h00. “Os passageiros eram comerciantes que enchiam suas sacolas com produtos das ruas 25 de Março e José Paulino, passavam o dia fazendo compras e voltavam no final da tarde para as cidades de origem. Esses trens viviam lotados.” Em meados dos anos 1970, no entanto, os horários mudaram. Os trens passaram a chegar à capital às 16h00 e retornavam às 8h00 do dia seguinte. “Com esse novo horário, os passageiros desapareceram. A viagem não se tornava mais viável para o comerciante. Os trens ficaram vazios e o sistema tornou-se deficitário. Moral da história: acabaram com a linha. Era o início do fim da derrocada da ferrovia paulista”, fala com propriedade.

Apesar do sucateamento desse meio de transporte, o ferroviário fala com orgulho de seu papel na preservação de composições e percursos que mantém viva a memória da ferrovia paulista, como no trecho que liga a estação Anhumas, em Campinas, até a cidade vizinha de Jaguariúna. “Participei desse processo de preservação no sentido de sensibilizar os gestores da Fepasa. Apontei as locomotivas e os vagões que deveriam ser preservados” Arias foi um dos fundadores da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF) e hoje atua como voluntário da entidade. “Sempre que possível vou aos finais de semana a Anhumas e Jaguariúna, só para ver se está tudo funcionando certinho”, fala com a naturalidade de quem viveu quase 35 anos entre trilhos, plataformas e composições ferroviárias.

 


 

CIS-Guanabara sedia curso sobre mídia digital



Encontro, voltado para gestores culturais da RMC, será no próximo dia 26



          O que é mídia social? Como usá-la para divulgar, integrar e fomentar a arte e novos públicos? São basicamente essas as duas questões que norteiam o workshop “O Uso das Mídias Digitais na Área Cultural” que será realizado no dia 26 de junho, das 8h30 às 17h30, no CIS-Guanabara. O encontro é destinado a gestores de cultura da Região Metropolitana de Campinas que vislumbram nas mídias digitais importante espaço de divulgação de seus eventos
          Segundo a coordenadora, Sílvia Bueno, nesse encontro serão explicados recursos e estratégias para potencializar a divulgação de eventos e produtos culturais via Facebook, WhatsApp, Twitter, YouTube, Snapchat, Instagram e outras mídias sociais. “São ótimos veículos de comunicação, com baixo custo e excelente alcance”, justifica.
          Sílvia Bueno é formada em Comunicação Social pela Unesp-Bauru, curso voltado para RTV e novas mídias. Trabalha com internet desde 2000, produzindo conteúdo para sites, blogs e mídias sociais em vários segmentos, além de treinamentos em comunicação e redes sociais. Dentre as empresas em que atuou destacam-se Casas Bahia, Brookfield, Vale, Triunfo, Danone, Telefònica, CVV, Polishop e Americanas.com. Lecionou no Senac Piracicaba no Curso Livre de Mídias Digitais e Interativas e no Curso Técnico de Publicidade. Em 2016 ministrou a palestra "O Uso de Mídias Sociais na Área Cultural" na Oficina
Cultural Carlos Gomes, em Limeira. Atualmente é responsável pelo Marketing e Mídias Sociais da Imobiliária ATO, em Piracicaba.
          A promoção é da Secretaria do Estado da Cultura em parceria com secretarias municipais de Cultura, Agemcamp e Pró Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da Unicamp. O CIS Guanabara fica à Rua Mário Siqueira, 829 – Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local).
 


 

CIS-Guanabara integra o programa Roda SP

 

Passageiros farão visita guiada percorrendo aspectos da história da antiga estação de trem

  

No próximo dia 21, a partir das 8h30, o CIS-Guanabara passa a integrar o Roda SP, programa desenvolvido pelo governo do Estado de São Paulo que visa promover o turismo em Campinas e cidades que compõem o Circuito das Águas. A Estação Guanabara, muito além de uma plataforma de embarque e desembarque de passageiros, torna-se um espaço onde os viajantes poderão fazer uma visita guiada, conhecendo aspectos da história do patrimônio ferroviário existente na cidade. O programa, promovido pela Secretaria Estadual de Turismo, se estende até 6 de julho, passando por Campinas, Águas de Lindoia, Serra Negra, Socorro, Amparo e Jagariúna. O valor da passagem (ida e volta) é de R$ 10,00. No CIS-Guanabara, as visitas guiadas serão realizadas nos dias 21 de junho e 05 de julho pelo estudioso da história de Campinas, Wagner Paulo dos Santos e pela agente Cultural do CIS, Flávia Moraes Salles.  

Criado em 2011, o Roda SP promove viagens aos visitantes e moradores do estado por meio de roteiros turísticos de ônibus, organizados e de baixo custo. A ação é itinerante, com a realização de circuitos turísticos em ônibus de turismo percorrendo diversas regiões, acompanhando o fluxo de turistas em eventos, períodos de alta temporada e de férias. A iniciativa, inédita no país, estimula o conhecimento do próprio estado, sua história e aspectos dos patrimônios culturais e ambientais. No Circuito das Águas, o Roda SP já esteve em julho de 2013, integrando as nove cidades do roteiro. A inclusão de Campinas, mais especificamente da Estação Guanabara, é uma das novidades dessa edição.

Um pouco de história – Por volta de 1890, havia na Estação Guanabara apenas uma casa para guarda e uma porteira. Conforme o relatório da Mogiana de 1891, ali se construiu uma estação e um armazém, no local chamado Guanabara. Inaugurada em 1893 como plataforma alternativa para desafogar a estação de partida original (Cia. Paulista), por alguns anos recebeu também os trens da Sorocabana que chegavam da Funilense ou de Mairinque pelo ramal de Campinas, com 13 linhas, caracterizando o intenso movimento de passageiros e mercadorias.

Localizada na praça Mauá, ao lado do Instituto Agronômico de Campinas, a estação guarda memórias dos áureos tempos campineiros, que perduraram até final dos anos 70. Dali em diante o que se assistiu foi o sucateamento das ferrovias. O complexo da Guanabara já não operava, e se tornou moradia para muitos desabrigados. Em 2008, após a restauração e tombamento pelo Condepacc (2004), o espaço foi recriado em uma proposta de Centro Cultural de Inclusão e Integração Social, idealizado, vinculado e mantido pela, então, Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PREAC-Unicamp, hoje ProEC). Para o sociólogo e diretor do CIS, Marcelo Rocco, a inclusão do CIS-Guanabara no roteiro do Roda SP é o reconhecimento da importância desse espaço na memória histórica de Campinas e do próprio estado. “No início deste ano, a Estação Guanabara se tornou patrimônio histórico e cultural do Estado de São Paulo, tombada pelo Condephaat, de modo que essa parceria com a Secretaria Estadual de Turismo é o reconhecimento da sua importância como um Centro Cultural, preocupado não apenas em preservar e conservar o patrimônio, mas também de proporcionar condições para o desenvolvimento de projetos de educação, cultura, lazer e emancipação humana por meio de ofertas públicas à comunidade de Campinas e região metropolitana”, afirma.

Roteiro tem início no CIS-Guanabara, com visita guiada. Bilhete (ida e volta) custa R$ 10,00.

 

Sobre a operação – Os roteiros vão funcionar de 21/06 a 06/07, de terça a domingo. Terças, quintas e sábados, os ônibus seguem para Serra Negra e Amparo. Quartas, sextas e domingos, com destino a Águas de Lindóia e Lindóia. Os embarques ocorrem sempre às 9h00 no CIS Guanabara, que também é ponto de venda de passagens.

Em dias de jogos do Brasil da Copa do Mundo 2018 não haverá saída dos ônibus (dia 22 e 27/6 já confirmados). Nesses dias, os pontos de venda terão horários especiais. O valor de 10 reais dá direito apenas ao bilhete do Roda SP. Custos com almoço e ingressos de atrativos não estão inclusos.

Mais Informações:

www.facebook.com.br/programarodasp

www.instagram.com/programarodasp

www.rodasp.com


 

CIS-Guanabara recebe oficina “Além do Encantamento”

Atividade de contação de histórias ocorre nas férias de julho. Inscrições gratuitas

 

Fazer da prática de contar histórias ferramenta para despertar o interesse na leitura de crianças e adultos. Esse é o principal objetivo da Oficina de Contação de Histórias “Além do Encantamento” que será oferecida nas férias escolares pela Fundação Educar-DPaschoal em parceria com o CIS-Guanabara. No período de 12 a 14 de julho serão ministradas gratuitamente cinco turmas. “Queremos proporcionar ao inscrito a oportunidade de vivenciar o poder transformador do livro”, afirma a responsável pela atividade, Juliana Furlanetti.  

A oficina envolve técnicas de contação de histórias, utilizando recursos auxiliares com base em elementos recicláveis, para aproximar a relação livro-leitor. “Pretendemos inspirar as pessoas a se utilizarem dessa técnica como ferramenta para despertar o interesse na leitura em crianças, jovens e adultos”, diz Juliana, que terá ao seu lado a oficineira e também gestora da fundação, Simone Santos.

A atividade tem por base o projeto “Além do Encantamento”, que nasceu em 2005, baseado nos livros distribuídos gratuitamente pelo programa “Leia Comigo!”, da Fundação Educar DPaschoal. Nesse projeto, as histórias percorrem temas diversos a respeito de valores humanísticos e cidadania, como preservação do meio ambiente, voluntariado, aproveitamento integral dos alimentos, cooperação e educação no trânsito, dentre outros assuntos.

Para inspirar mais pessoas, a Educar produziu vídeos de contação de histórias com tutoriais para montar recursos auxiliares, como bonecos, fantoches e cenários, que ajudam no momento da narração. O projeto já promoveu mais de 50 oficinas que permitiram a capacitação de aproximadamente 1.200 pessoas, dentre elas, educadores da rede pública, instituições públicas e voluntários. Foram distribuídos gratuitamente mais de 40 milhões de livros com cerca de 180 títulos produzidos. Mais informações sobre essas ações podem ser obtidas no site www.educardpaschoal.org.br.

A oficina no CIS-Guanabara será oferecida em cinco turmas. Os interessados, com idade a partir de 14 anos, deverão participar de apenas um encontro, pois os conteúdos se repetem em todas as turmas. “Além do Encantamento” tem a coordenação das agentes culturais do CIS-Guanabara, Irani Ribeiro, Maria Cristina Amoroso Lima Leite de Barros e Helenice Vitorino. A iniciativa tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp.

        

Aspectos de oficinas “Além do Encantamento”, oferecida em anos anteriores pela Fundação Educar-DPaschoal   

 

Serviço

Evento: Oficina de Contação de Histórias “Além do Encantamento”

Datas e horários: Dia 12 de julho, das 9h00 às 12h00 (turma 1) e das 14h00 às 17h00 (turma 2), na Sala Multiuso-3. Dia 13 de julho, das 9h00 às 12h00 (turma 1) e das 14h00 às 17h00 (turma 2), na Sala Multiuso-3. Dia 14 de julho, das 9h00 às 12h00 (turma 1), na  Sala Multiuso-1

Público: Adolescentes, jovens e adultos (a partir de 14 anos)

Vagas: 25

Inscrições:

Dia 12/07 – 9H às 12H https://goo.gl/forms/Wj8VfrCT9krCNVvS2

Dia 12/07 – 14H às 17H https://goo.gl/forms/CHq7qRetIvKnRGL12

Dia 13/07 – 09H às 12H https://goo.gl/forms/opWVlQMO6J3C3Fg93

Dia 13/07 – 14H às 17H https://goo.gl/forms/srDiRdSC2IYuzKlp2

Dia 14/07 – 09H às 12H https://goo.gl/forms/kEXBDrk7LzCZQP2J2

Local: CIS-Guanabara

Endereço: R. Mário Siqueira, 829 - Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local). 

 


 

Cerâmica ganha exposição

no CIS-Guanabara

 

Trabalhos em diferentes técnicas ficarão expostos até 30 de agosto. A entrada é franca.

O CIS-Guanabara sedia de 9 a 30 de agosto Cerâmica em Foco, uma mostra que reúne diferentes técnicas de produção da arte cerâmica. Dentre as modalidades, está a técnica japonesa denominada Raku. São peças feitas por diferentes artistas de Campinas e região que expressam por meio do Raku sentimentos de leveza e tranquilidade, qualidades inerentes à cultura do Japão. O Raku surgiu em Kyoto como uma cerimônia de queima de Chawan (xícaras), utilizadas no ritual do chá, Chanoyu. “Essa produção artística está muito ligada a uma meditação e por isso não deve ser considerada como uma simples técnica, mas como um cerimonial de queima”, explica a expositora e curadora da exposição Cris Rocha. A vernissage será dia 9 de agosto, das 17h00 às 21h00, na Galeria do CIS-Guanabara.

A curadora explica que após o final da guerra, ceramistas ocidentais conheceram os mestres japoneses e assim o Raku ganhou o ocidente e encantou a todos pela rapidez da queima e o contato do ceramista muito próximo ao fogo. Por onde o Raku passou, recebeu algumas modificações e dentre elas se encontra o Horse Hair uma modalidade que utiliza a crina de cavalo, lã de ovelha, pena de galinha e cabelo para impressionar a peça recém saída do forno. “Por essa razão, cada obra é única”, explica Cris Rocha.

Diferentes técnicas de produção da arte cerâmica serão expostas em agosto no CIS-Guanabara 

 

A exposição conta com trabalhos em diferentes técnicas produzidos pelos artistas Carla Picchio, Cris Couto, Cris Rocha, Darly Pellegrini, Ely Satie Ito, Flavia Pircher, Guza Amad, Luciana Thomaz, Regina Nogueira, Rogerio Antonio Carvalho Silva e Ruben Alekxander.

A mostra estará aberta ao público de 10 a 30 de agosto, segunda a sexta-feira, das 9h00 às 20h00 e sábados e domingos das 9h00 às 17h00. O CIS-Guanabara fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local).

Cerâmica em Foco tem a coordenação da agente cultural do CIS-Guanabara, Maria Cristina Amoroso Lima Leite de Barros. A exposição tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp. A entrada é franca.


 

Alimentação é tema de visita guiada no CIS-Guanabara

 

Evento ocorre no dia 8 de junho. Entrada franca

 

Alimentação, saúde, educação, meio ambiente, agricultura e sustentabilidade são temas que norteiam a visita guiada que ocorre no dia 8 de junho, às 15 horas, no CIS-Guanabara. O evento, realizado pela equipe do projeto Sexta na Estação, em parceria com o CIS-Guanabara, acontece durante a tradicional Feira Pé na Roça, um dos principais pontos de venda de produtos orgânicos de Campinas.  As reflexões trarão o enfoque da agroecologia como campo do conhecimento científico que busca construir um novo paradigma de desenvolvimento sustentável na agricultura e na sociedade. 

A Feira Pé na Roça foi criada em 2011, no CIS-Guanabara, como uma atividade do Programa de Extensão em Agroecologia da Unicamp e da Rede de Agroecologia da Unicamp.
As inscrições deverão ser feitas com 15 minutos de antecedência ao início do evento e são limitadas a 25 vagas.
Escolas e entidades que queiram realizar esta visita guiada em outras datas podem solicitar agendamento prévio.

 

Visita guiada durante Feira Pé na Roça discute alimentação saudável

 

Serviço

Evento: Visita Guiada na Feira Pé na Roça

Data: 08 de junho

Horário: 15h00

Inscrições: Gratuitas 15 minutos antes do evento

Local: CIS-Guanabara

Mais informações:  raunicamp@gmail.com
         Endereço: R. Mário Siqueira, 829 - Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local). 

 

 


 

CIS-Guanabara recebe propostas de eventos para o segundo semestre

O CIS-Guanabara recebe, até o dia 31 de maio, as inscrições de propostas artísticas e culturais a serem realizadas no segundo semestre de 2018.

O CIS-Guanabara está localizado à rua Mario Siqueira, 829, no bairro Botafogo, próximo ao centro da cidade. Suas instalações disponibilizam para esta chamada espaços como a Gare, Galeria de Arte, Barracão do Café, salas multiuso, amplo e gratuito estacionamento.

 

 

As  inscrições devem ser feitas via Formulário de Agendamento. O formulário e instruções gerais de preenchimento estão disponíveis em nosso site:

http://www.cisguanabara.unicamp.br/280814.htm

 


Exposição Improvisos ganha espaço no CIS-Guanabara

 

Mostra pode ser vista até o dia 14 de junho. Entrada franca

 

Aquarelas sobre papel, colagens e óleo sobre tela são algumas das técnicas aplicadas pelos artistas Eni Ilis, Joao Bosco e Tiago Cesar na mostra Improvisos que será realizada na Galeria de Arte do CIS-Guanabara, no período de 17 de maio a 14 de junho. A vernissage, com apresentação musical de Aline Sampaio e Julio Oliveira, ocorre às 17h00 e a mostra poderá ser vista gratuitamente de segunda a sexta-feira sempre das 9h00 às 20h00 e aos sábados e domingos das 9h00 às 17h00.

Artista autodidata e atualmente envolvida com Arte Postal, Eni Ilis é formada em Filosofia. Com larga produção na técnica esferográfica, a artista apresenta pela primeira vez, em Improvisos, seus mais recentes trabalhos em aquarela sobre papel. 

Eni Ilis mostra seus mais recentes

trabalhos em aquarela sobre papel

 

João Bosco apresenta nessa mostra obras realizadas em técnica mista tendo a pintura e colagens sobre tela como seu principal suporte. Seus trabalhos são inspirados na Arte Povera, técnica em que o improviso e o inusitado se unem. A Arte Povera (em inglês, “poor art” ou “arte pobre”) surgiu na Itália nos anos 1960 e se caracteriza pelo uso de materiais simples, muitas vezes, descartáveis.

Artista plástico e arte-educador, João Bosco tem no currículo diversas exposições e premiações. Ilustrador da Folha de S. Paulo entre os anos 2007 e 2014, atuou como curador na Livraria Pontes e Estação Cultura de Campinas. Integra o catálogo digital Gravura Brasileira – Acervo Olho Latino 2014.

 

O artista João Bosco aplica

técnicas mistas em seus trabalhos

 

Tiago Cesar apresenta um trabalho despojado, de cores e traços vivos realizados com tinta óleo sobre tela. Retrata o espírito humano de maneiras variadas e inusitadas, como brincadeiras, danças, esportes (surf, futebol, bicicleta). Também passeia pelo abstrato e figuras autênticas e engraçadas como na série “Rostos Camuflados”, em que as faces são apresentadas de maneira desproporcional. 

 

Trabalho de Tiago Cesar retrata o espírito humano de maneira variada e inusitada  

 

O artista trabalha com pintura nas técnicas com tinta a óleo e acrílico desde 2011. Natural de Vitória, atualmente mora em Campinas, onde já expôs em diversos locais como Casa do Lago na Unicamp, Franz Café, Piola, Ateliê Lisa França e Estação de Cultura de Campinas. Em 2017 obteve primeiro lugar na categoria pintura no salão de Indaiatuba. Atualmente expõe na Feira de Artesanato do Centro de Convivência de Campinas, sempre aos sábados e domingos. A coordenação da exposição é da agente cultural do CIS-Guanabara, Maria Cristina Amoroso Lima Leite de Barros. A exposição Improvisos é uma realização da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da Unicamp.

 

Serviço

Evento: Exposição  “Improvisos”

Data: 17 de maio a 14 de junho de 2018

Horário: Segunda á Sexta-feira: 9h às 20h | Sábados e Domingos: 9h às 17h

Abertura: 17 de maio, às 17h00

Local: CIS-Guanabara

Entrada: Gratuita

Endereço: R. Mário Siqueira, 829 - Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local). 


Artesanato chileno é tema

de oficina no CIS-Guanabara

 

 Atividade em Arpillera será oferecida a partir de 8 de maio.

As inscrições são gratuitas

 

  O CIS-Guanabara promove nos próximos dias 08, 15 e 22 de maio, das 18h30 às 20h30, a Oficina de Arpillera. Ministrada pelos artesãos Victor Manuel Espronceda e Cristina Monaco, a técnica em Arpillera consiste em uma expressão artística popular de customização de cenas cotidianas feitas com pequenos pedaços de retalhos. O intuito desta atividade é ensinar e difundir uma técnica chilena tradicional e popular de artesanato, bem como uma oportunidade para apresentar aspectos culturais do Chile. A oficina tem a coordenação da produtora cultural do CIS-Guanabara Maria Aparecida Vaz Bueno. As inscrições para essa atividade estão abertas. 

Retalhos de tecidos expressam momentos vividos na ditadura Pinochet

 

A oficina será composta por apresentação e contextualização social e política da Arpillera; apresentação dos painéis de Victor Espronceda como forma ilustrativa do trabalho a ser desenvolvido pelo grupo e de aspectos culturais do Chile; apresentação dos processos técnicos e dicas para mesclar cores, formas e tecidos; incentivo à criação e definição de tema; atividades de apoio para criação e montagem de exposição final que estará aberta à visitação no período de 29 de maio a 8 de junho no CIS-Guanabara.

Uso das cores tenta minimizar período duro que marcou a vida dos chilenos

Victor lembra que a Arpillera foi bastante difundida no Chile na época da ditadura de Pinochet (1973-1990) quando mulheres bordadeiras retratavam e denunciavam em tecidos as injustiças e violência vivenciadas no cotidiano do governo militar. Em virtude da pobreza generalizada da época, a técnica se desenvolveu com simplicidade reaproveitando tecidos, sacos de cereais ou até mesmo roupas velhas para customizar cenas coloridas de um duro cotidiano.

Artesanato em Arpillera também retrata cenas bucólicas do povo andino

 

 Serviço

Evento: Oficina de Arpillera

Data: 08, 15 e 22 de maio

Horário: 18h30 às 20h30

Inscrições encerradas

Local: CIS-Guanabara

Endereço: R. Mário Siqueira, 829 - Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local). Entrada ocorrerá pelo estacionamento do CIS-Guanabara.

 


 

Reminiscências

Vivência com alunos do UniversIDADE remexe

baú de fotografias no CIS-Guanabara

| Texto: AMARILDO CARNICEL | PROEC | ESPECIAL PARA O JU     | Fotos: DIVULÇÃO | REPRODUÇÃO

 

O historiador por vocação, Wagner Paulo dos Santos: palestra focalizou

 o antagonismo das praças campineiras Largo do Rosário e Largo do Pará

Quando a comerciária aposentada Eleni Zilda Giraud Galani viu a foto da extinta doceria Términus, de Campinas, projetada na parede da sala multiuso 1 do CIS-Guanabara, não se conteve. Em tom claramente nostálgico, falou dos tempos em que saía da também extinta Lojas Sears, no centro da cidade, e se dirigia para Términus onde saboreava um cremoso chocolate quente. “Eles nos serviam em bules de prata e em xícaras de porcelana fina. E os bolos então? Um melhor que outro”. Foi nesse cenário de boas lembranças que transcorreu a vivência “Re-tratos, a Cidade que Mora em Mim – Memória, História e Significados”, ministrada dentro do Programa UniversIDADE, pelo engenheiro civil aposentado e estudioso da história de Campinas, Wagner Paulo dos Santos e pela psicóloga e produtora cultural do CIS-Guanabara, Flávia Moraes Salles.

“A foto me fez lembrar o gosto daquele delicioso chocolate engrossado com maisena nas tardes de frio. Senti o cheiro, o sabor dos doces e, o melhor, a lembrança da liberdade de falar de coisas que não podíamos tocar no ambiente de trabalho”, recorda a aluna que no próximo dia 22 de maio completa 70 anos.

Sobrado do Villaça ou Sobrado Maldito (à direita): palco de mortes misteriosas

Dona Eleni e os outros 14 alunos do programa UniversIDADE que participaram dessa vivência exibiram fotos antigas e alguns, de modo compulsivo, desataram a falar sobre recordações a partir daquilo que estava restrito ao quadrilátero da imagem. Um recorte que, na verdade, permitia passar um filme na cabeça de cada depoente. A partir da foto de uma rua, cenário de brincadeiras de infância, surgia a lembrança das músicas tocadas na vitrola na casa do vizinho, das prosas no ponto de ônibus e das voltas de bicicleta ao redor do quarteirão. Cheiro de mato, de frutas, ruas tranquilas e quintais bucólicos compunham as temáticas fotográficas trazidas pelos alunos que cuidadosamente, como guardiões da memória, selecionaram especialmente para aquele momento.

O professor de matemática aposentado, Sebastião Antônio José Filho, 74 anos, sentiu um nó na garganta quando se lembrou das pescarias nos rios Turvo e Grande na região de Palestina, cidade onde nasceu. Embora vivesse na área urbana, era na zona rural que levantava um dinheirinho pra satisfazer seu gosto pessoal. “Minha primeira bicicleta consegui com trabalho nas lavouras de algodão”, lembra orgulhoso. No entanto, as memórias do professor Sebastião não se limitaram ao período de infância. Fez questão de falar do tempo em que fazia faculdade em Rio Claro, por volta de 1965. “Tem melhor época na vida de um jovem?”, questiona, embora tenha a resposta com muita clareza. “Lembro-me com muita saudade da boate Panqueca, perto da faculdade. Tudo acontecia lá. Muitas festas, namoricos... era o ponto de encontro dos alunos de todos os cursos”, afirma.

A Doceria Términus, por volta de 1975:

 chocolate quente em xícaras de porcelana

 

“Os comentários de dona Eleni, um momento vivido em meados dos anos 70 do século passado, do professor Sebastião sobre infância e juventude e dos demais alunos que fizeram uma viagem ao passado vão ao encontro da proposta dessa vivência, ou seja, despertar a memória que está dentro da gente. São fotos impregnadas de significado afetivo que acordam o valor pessoal adormecido”, observa a psicóloga Flávia. Segundo ela, a proposta dessa vivência foi identificar, junto aos participantes, fragmentos da cidade que representam esses alunos. “Qual é o canto da minha cidade em que eu mais me identifico? Qual é o cenário de minha infância ou juventude que mais me representa?”. Com questões dessa natureza trazidas pelos alunos, a psicóloga promoveu um exercício de identificação do significado desse recorte afetivo para essas pessoas. A partir do uso de fotografias antigas, seja do álbum de família de cada um, seja do acervo escolhido pela coordenação do trabalho, os alunos claramente emocionados passearam pela imagem, relembraram e ressignificaram histórias, sempre com os olhos no passado e a cabeça no presente.  

Dona Eleni Galani, aluna do UniversIDADE:

saudades de bons momentos na Doceria Términus

História por vocação

Documento, registro, história, memória... São muitas as nomenclaturas aplicadas à fotografia como instrumento de lembrança e registro de um recorte no tempo e no espaço. Desde a sua invenção, em torno de 1830, a fotografia vem sendo utilizada e superficialmente inserida na cultura popular como atestado de um fato, prova incontestável da verdade. Para o historiador, Boris Kossoy, muito longe de ser verdade absoluta, a fotografia constitui-se uma representação da realidade, seja do ponto de vista de quem a produz, seja da perspectiva de quem é fotografado. Independentemente das diferentes linhas de pensamento sobre a finalidade da imagem fixa, o que não se discute é que as fotografias apresentadas na vivência “Re-tratos” contaram boas histórias. Os registros fotográficos permitiram o descongelamento de momentos que começaram a aflorar durante a narração da imagem.

Essa foi também a linha de trabalho do engenheiro civil de formação e historiador por vocação Wagner Paulo dos Santos que durante os dois encontros realizados nos dias 6 e 13 de abril no CIS-Guanabara assumiu parte da vivência “Re-tratos”. No início, num exercício em que estimulava os alunos a passearem pelas fotos e identificarem os locais, o engenheiro civil focalizou o antagonismo das praças Largo do Rosário e Largo do Pará. “A primeira era a área nobre, localizada no Centro da cidade, próxima ao teatro, igreja, cafés e livrarias, local onde circulava a nobreza campineira. A segunda, embora estivesse a menos de um quilômetro do local, era considerada arrabalde”. Tanto é que, segundo ele, os elementos ali instalados eram refugos de outros pontos das cidades. O coreto e o chafariz, por exemplo, foram, inicialmente, construídos em outras praças. “É por isso que eu sempre que me remeto ao Largo do Pará, digo largo da sucata. O que fazer com as sobras das reformas de outras praças? O que fazer com chafariz retirado do Largo do Rosário? E com o coreto que estava na Praça Bento Quirino? Manda pro Largo do Pará”, ilustra Wagner.

Seu Sebastião Antônio José Filho: histórias que remetem

 ao período de infância em Palestina e de juventude em Rio Claro

 

Os alunos presentes não imaginavam que a Rua Marechal Deodoro um dia fora conhecida como Rua do Picador. A razão, segundo Wagner, é simples. Morava naquela rua o senhor Salvador Cerqueira, um adestrador de cavalos que tinha em sua casa um picadeiro. Os animais chucros eram entregues para a realização do trabalho, que se tornou atração. “De maneira esperta, ele começou a fazer o trabalho aos domingos diante de uma plateia que pagava ingresso. Daí o nome, Rua do Picador”, afirma. Os alunos também não sabiam que a Avenida Senador Saraiva tem nos registros populares o nome de Rua Alegre. “É que ali estavam inicialmente instaladas as casas de prostituição da cidade. A palavra alegre era uma alusão às festas que ocorriam com frequência no local”, afirma. Ainda na linha das denominações populares, Wagner se lembra do Sobrado do Villaça ou ‘sobrado maldito’, edificação construída próxima ao Teatro São Carlos, esquina das Ruas José Paulino com Treze de Maio, no centro da cidade. O local foi cenário de mortes misteriosas. Além do proprietário que foi assassinado no local, há relatos de criadas negras que teriam, ‘acidentalmente’, caído no poço. “Após pesquisas feitas em livros de historiadores de Campinas, verifiquei que algumas negras, grávidas dos patrões, foram atiradas no poço”, afirma o engenheiro, justificando que não há na historiografia campineira registro do nome do primeiro dono do sobrado.  

A psicóloga e agente cultural do CIS-Guanabara,

Flávia Moraes Salles: fotografias que afloram a memória adormecida

 

Wagner é autor dos livros Escola Normal, a Andorinha do Amor (2003), lançado em comemoração ao centenário da Escola Normal de Campinas, e Minha Admirável Comunista (2001) em homenagem à primeira vereadora de Campinas, Vera Pinto Telles, em 1948. Seu interesse pela história de Campinas surgiu de maneira muito natural, quando buscava informações sobre suas origens. Neto de portugueses, o engenheiro queria saber quando e como chegaram seus avós ao Brasil. Da história pessoal para a história de Campinas, foi um passo. Interessou-se pelos nomes que davam nomes às ruas, às praças e viu no acervo fotográfico do Centro de Ciências, Letras e Artes uma fonte inesgotável de informações sobre a Campinas do início do século passado. “Meu happy hour durante anos foi remexendo arquivos do Centro de Ciências”, lembra com orgulho.

Aluno de instituições públicas do ensino fundamental até a graduação em Engenharia Civil feita na Unicamp, Wagner vê nessas palestras uma forma de retribuir à sociedade um pouco desse conhecimento acumulado. “Toda a minha educação foi realizada em escolas estaduais, custeadas com dinheiro do contribuinte. Chegou a hora de eu devolver um pouco daquilo que recebi”, afirma.

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Aspectos da oficina oferecida a alunos do Programa UniversIDADE no CIS-Guanabara

Dona Eleni, aluna do Projeto UniversIDADE desde o início do ano, não poupou elogios ao programa. “Vale muito a pena pegar três ônibus para participar dessas vivências. A gente aprende muito e se ocupa com atividades que dão prazer.” O professor Sebastião, também aluno desde o início do ano, resumiu sua satisfação com uma frase. “A vivência de hoje, para mim, foi um renascimento”, afirmou. “Esse tipo de depoimento confirma os ‘re-tratos’ que todos podemos fazer com os monumentos esquecidos que guardamos dentro de nós”, conclui a psicóloga Flávia. O Programa UniversIDADE, da Unicamp, visa proporcionar às pessoas das comunidades interna e externa, acima de 50 anos, condições de mantê-las ativas tanto física quanto mentalmente, além de estimular e capacitar seus integrantes por meio de atividades interdisciplinares que buscam fomentar os diálogos relacionados à longevidade e qualidade de vida.

 

 


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