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CIS-Guanabara oferece sessões

gratuitas de cinema

 

Carreta da Ultragaz Cultural apresenta

dez filmes nos dias 3 e 4 de junho

 

Com um público estimado em 750 pessoas a Carreta Cinema da Ultragaz Cultural aporta no CIS-Guanabara. O evento marcado para os dias 3 e 4 de junho contará com dez sessões de filmes de animação, de ação e comédia (veja a programação completa nos quadros 1 e 2). Serão dois dias inteiros com dez filmes diferentes, sendo oito sessões para escolas e ONGs e duas sessões abertas ao público. Homem das Cavernas, O Touro Ferdinando e Minha Vida em Marte estão entre produções que serão apresentadas gratuitamente numa confortável carreta com ar condicionado, pipoca e refrigerante para o público.

Com esta parceria, Ultragaz e CIS-Guanabara unem-se em torno de um projeto de democratização da cultura, levando Educação e Arte, em especial a quem tem menos acesso a atividades como cinema. As sessões das 08h00, 10h00, 13h30 e 15h30 são exclusivas para entidades, escolas, ONGs, associações de bairro, organizações sem fins lucrativos que trabalhem com crianças e adolescentes. As sessões das 18h30 são abertas ao público e a distribuição dos ingressos será feita no dia da apresentação a partir das 16h00, no CIS-Guanabara.

 

Cinema de graça: carreta da Ultragaz que estará dias 3 e 4 de junho no CIS-Guanabara.

  Nesse ano a carreta passou por São Paulo, Santos, Rio de Janeiro, Betim, Salvador, Aracaju, Juazeiro, Petrolina, Caucaia, São Luís, Belém, Presidente Prudente, Curitiba, Porto Alegre e encerra o semestre em Campinas, totalizando 15 cidades em 11 estados. Conheça melhor os espaços fazendo um tour 360° dentro da carreta cinema: https://ultragaz.s3.amazonaws.com/public/production_lines/index.html

 

 

No CIS-Guanabara, o projeto, com a coordenação dos agentes culturais Irani Ribeiro e Thiago Crepaldi, tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp. O CIS fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local).


Cartão-postal é tema de

palestra no CIS-Guanabara

 

Evento, promovido pelo IHGG-Campinas,

ocorre no sábado. A entrada é franca

  

O Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Campinas (IHGGC) promove no próximo dia 25, às 9h30, no CIS-Guanabara, a palestra Panorama das Transformações de Campinas nos Antigos Cartões Postais. A palestra será proferida pelo pesquisador Luís Eduardo Salvucci Rodrigues que abordará aspectos históricos da cidade a partir desse meio de comunicação praticamente em desuso no mundo todo, mas que se constitui em importante fonte documental para pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento.

Segundo Salvucci, o material que ilustra a palestra permite apreciar, sob diversos ângulos, o antes e o depois de ruas e praças da cidade nas décadas de 1900 a 1950. Pode-se, também, comparar as primeiras séries dos postais produzidos pelas três principais casas editoras instaladas na cidade e fazer arbitrariamente um recorte dos edifícios mais retratados ao longo do tempo. Ao analisar um grande volume de cartões postais é possível estudar e ilustrar a história da cidade com belas imagens, que, de acordo com Salvucci, são desconhecidas do grande público. Os participantes terão direito a certificado concedido pelo Instituto Histórico de Campinas.

 

       

Palestra gratuita mostra, por meio de cartões-postais, transformações ocorridas na cidade de Campinas

 

O IHGG-Campinas é uma associação cultural sem fins econômicos, formada por historiadores, geógrafos, genealogistas e estudiosos dessas áreas do conhecimento. Segundo a coordenadora do evento, Eliane Morelli Abrahão, os principais objetivos do instituto são incentivar, desenvolver, apoiar e divulgar pesquisas por meio de palestras, conferências, publicações, exposições, cursos e demais atividades, visando a contínua expansão das fronteiras culturais e o aprimoramento da qualidade do nosso patrimônio intelectual e artístico.

As Inscrições para a palestra do dia 25 podem ser feitas pelo seguinte endereço eletrônico: https://forms.gle/G4DUsWF1huYhT6v29. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 35216513 ou pelo e-mail morelli@unicamp.br.

No CIS-Guanabara, o evento, com a coordenação do agente cultural Flávio Henrique de Almeida Prado, tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp. O CIS fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local).


 

Projeto Guri se apresenta na

praça em frente ao CIS-Guanabara

 

Evento gratuito ocorre dia 23, às 12h30

 

No próximo dia 23 às 12h30, em frente ao prédio do CIS-Guanabara, o Projeto Guri apresenta mais um espetáculo gratuito da série Banda na Praça. Quinze garotos com idades entre 14 e 18 anos terão a oportunidade de mostrar ao público parte do resultado das aulas que ocorrem desde o ano passado no Centro Cultural da Unicamp.

Temas dos filmes Piratas do Caribe e Shrek e Aquarela, do cantor e compositor Toquinho, estão entre as músicas que serão apresentadas. Segundo o professor do Projeto Guri, Sinval Gomes Medeiros, o público que comparecer assistirá à apresentação dessas músicas somente com instrumentos de sopro. Sinval é o responsável pelo ensino de flauta clarinete e sax. Os alunos de trompa, trombone e trompete são coordenados pelo professor Maycon Paiva.

 

Projeto Guri apresenta Banda na Praça, dia 23, em frente ao CIS-Guanabara

 

O Projeto Guri é mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e oferece, nos períodos de contraturno escolar, cursos de iniciação musical, luteria, canto coral, tecnologia em música, instrumentos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, sopros, teclados e percussão, para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos incompletos. Anualmente, cerca de 50 mil alunos são atendidos em quase 400 polos de ensino, distribuídos por todo o Estado de São Paulo. Desde seu início, em 1995, o projeto já atendeu cerca de 650 mil jovens na Grande São Paulo, interior e litoral.

No CIS-Guanabara, o Projeto Guri, com a coordenação da agente cultural Maria Cristina Amoroso Lima Leite de Barros, tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp. O CIS fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local).

 


 

CIS-Guanabara promove

a mostra Instalações

 

Abertura ocorre no dia 16 de maio a partir das 19h00

 

O CIS-Guanabara promove no período de 17 de maio a 8 de junho a exposição Instalações. Com curadoria do crítico e professor Andrés Hernandez, a mostra conta com trabalhos de Ana Almeida, Danilo Garcia, J. Pavel Herrera e Vane Barini. A vernissage ocorre dia 16 na galeria do Centro Cultural das 19h00 às 21h00. A entrada é franca.

 No CIS-Guanabara, a mostra, com a coordenação da agente cultural Maria Cristina Amoroso Lima Leite de Barros, tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp. O CIS fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local). A exposição pode ser vista na Galeria, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 20h00 e aos sábados e domingos das 09h00 às 17h00. O evento é uma realização do Subsolo Laboratório de Arte.


 

Alfabetização é tema de

encontro no CIS-Guanabara

Evento começa dia 18 de maio. Inscrições gratuitas

  

O CIS-Guanabara promove a partir de 18 de maio o workshop “Desatar os Nós da Alfabetização é Preciso”. Coordenado pela professora Aladyr Santos Lopes, o evento, gratuito, contará com encontros nas manhãs de quatro sábados consecutivos, sempre das 10h00 às 12h15.

No primeiro encontro os participantes discutirão a relação entre a alfabetização e a educação. No dia 25 de maio o tema proposto é o método de alfabetização focalizando as dificuldades daquele que ensina e do aprendiz. No terceiro encontro, dia 1 de junho, será apresentada a descrição de um método de alfabetização cujos objetivos atendem às exigências do mundo atual. No último encontro, dia 8 de junho, será apresentada uma técnica que conduz a uma alfabetização natural, inclusiva, funcional e, sobretudo, lúdica.

Aladyr Santos Lopes é pedagoga formada pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro com experiência em educação pré-escolar e ensino primário. Além de atuar como orientadora pedagógica, a professora realiza apresentações de peças de teatro de bonecos em escolas públicas e comunidades carentes. Também tem experiência como apresentadora de programas de TV fazendo dramatização em sala de aula.

No CIS-Guanabara, o workshop, com a coordenação da agente cultural Elizabeth Piva da Silva Oliveira, tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp. O CIS fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local).

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo e-mail aladyrsantoslopes@gmail.com. Mais informações pelos telefones (19) 99239-7012 e 3201-6825.


 

CIS-Guanabara apresenta

show de cultura regional

Evento terá música, dança

e cordel sexta-feira e sábado. A entrada é franca

 Nos próximos dias 10 e 11 o CIS-Guanabara será palco de diversas manifestações artísticas e culturais que unem no show Tradição e Cultura apresentações de música, dança e contação de histórias. Samba paulista, músicas regionais, catira e a “Lenda do Boi Falô” integram a programação com espetáculos nas tardes e noites de sexta-feira e sábado com entrada franca.
         O evento começa na sexta, às 17h00 com o projeto musical “Viva o Samba Paulista”, coordenado pelo cantor e pesquisador do samba paulista, Roberto Boni. Segundo Boni, “o show é uma homenagem e um resgate do samba paulista que visa promover sua valorização no cenário nacional. É resultado de um trabalho de pesquisa sobre sambas e batuques, priorizando o samba paulista, sua região de origem e crescimento como manifestação popular”.
        Boni explica que a opção pelo samba paulista se deu pelo seu envolvimento em tradições como as festas em que se reunem comunidades negras. A Festa de São Benedito em Tietê e Pirapora do Bom Jesus, rodas de samba em São João da Boa Vista, Piracicaba, Limeira, Capivari e Campinas, além de trabalhos em redutos afrodescendentes de São Paulo, oferecem os ingredientes para esse espetáculo em que é acompanhado pelo músico Daniel Bueno.
         Num cenário alegre e colorido que remete à memória de antigos sambistas, o público terá oportunidade de conhecer composições de Boni e de parceiros e personagens como Geraldo Filme, Zeca da Casa Verde, Pato N’água, Dona Eunice, Benedito, Chico Preto, Tuniquinho Batuqueiro, Henricão e outros.
          Às 19h00 começa o Show Tradição Regional com Suêldo Fernandes. Cantor, compositor e instrumentista, Suêldo, acompanhado pela percussionista Zilda, mostra composições autorais num cenário de cultura regional ao som da viola caipira. Durante a apresentação, o público poderá vivenciar a dança da catira típica do interior paulista, coreografia do samba de roda tradicional e a encenação do casamento brejeiro com cantigas folclóricas e cordel.
         Natural de Santos, Suêldo apresenta um trabalho influenciado pelo country rock e pela música sertaneja de raiz do interior brasileiro. O músico uniu essas vertentes em suas composições, eletrificando violas caipiras e sofisticando harmonias. Há mais de quinze anos na estrada musical, iniciou sua carreira se apresentando em bandas regionais pelo interior paulista entre 2000 e 2007. Em carreira solo, ganhou visibilidade com o show “Cantante Romântico das Américas” com apresentações em teatros, centros culturais e fábricas de cultura da capital paulista. Em 2015 lançou seu primeiro EP com músicas inéditas e autorais. O show “Tradição Regional”, seu mais recente projeto, inclui o álbum que vem sendo apresentado numa turnê pelo sudeste brasileiro. Além da apresentação de sexta, o show será realizado no sábado, às 19h00 com um ingrediente novo: exibição especial do grupo “Os Tangarás da Mata”.

Suêldo Fernandes tem apresentações sexta e sábado, às 19h00, no CIS-Guanabara


         Também no sábado, a partir das 17h00, o contador de histórias Ulisses Junior apresenta o show literário “A Lenda do Boi Falô e Outras Histórias”. Segundo ele, a apresentação “é um banquete com contos, trava-línguas, brinquedos cantados, cordéis, histórias de tradição oral, poesias e muita alegria. Imagine um contador de histórias apaixonado por livros, que junta as técnicas da comicidade do palhaço e a esperteza do teatro de rua, cordéis, acrescentando poesias, uma pitada de cantigas, reflexões num olhar pedagógico, boa dose de interatividade e risadas de sobra. Essa é a síntese do trabalho que pretendo apresentar”, define.
        “A Lenda do Boi Falô" é uma fábula campineira narrada em diferentes versões. Dentre elas, há aquela ocorrida numa Sexta-Feira Santa que conta que no Distrito de Barão Geraldo, na Fazenda Santa Genebra, o capataz ordenou ao empregado ou escravo (portanto não se tem uma data mais aproximada) que fosse buscar o boi para realização do trabalho diário. No momento em que o homem se aproxima do animal, o boi resiste e fala “hoje não é dia de trabalhar. É dia Santo”. Apavorado, o trabalhar retorna para a sede da fazenda dizendo que o “boi falô”. Essa história atravessa gerações, ganha diferentes versões e tornou-se motivo de festa em Barão Geraldo.
          Inspirado nessa lenda, Ulisses Junior publicou o livro infantil: A Lenda do Boi Falô, em literatura de cordel, no Intuito de divulgar essa tradição. Durante a apresentação, o contador de histórias interpreta uma coletânea de contos, cantigas e brinquedos cantados selecionados com o objetivo de provocar no espectador uma reflexão sobre si e sobre o mundo.
          No CIS-Guanabara, o evento, com a coordenação do agente cultural Helenice Vitorino, tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp. O CIS fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local).
 


 

Exposição fotográfica no CIS-Guanabara

mostra cotidiano ribeirinho do Amazonas

 

Fotógrafo Antonio Scarpinetti apresenta 20 fotos produzidas

durante vestibular indígena em São Gabriel da Cachoeira

 

Estar no lugar certo, na hora certa e saber manejar os dispositivos de abertura e de velocidade de uma câmara fotográfica, muitas vezes, são requisitos para a produção apenas de um bom registro fotográfico. Porém há um componente que distingue um mero registro fotográfico de uma fotografia que atinge o status de arte, um ingrediente que não se encontra em nenhum manual técnico de fotografia: a sensibilidade. Essa é a principal qualidade do fotógrafo Antonio Scarpinetti que assina no período de 9 de maio a 4 de junho a exposição fotográfica "São Gabriel da Cachoeira", no CIS-Guanabara. Com curadoria da jornalista Juliana Sangion, a mostra será aberta às 17h30, no hall de entrada do Centro Cultural.

Diante das 20 fotos que compõem a mostra, o fotógrafo tem dificuldade de eleger a melhor imagem. “Confesso que é difícil escolher uma foto que seja mais significativa entre muitas selecionadas para narrar em pequenos recortes todo esse cotidiano em que nos envolvemos”, explica Scarpinetti que durante dez dias permaneceu em São Gabriel da Cachoeira, município do Amazonas, na região do Rio Negro com equipe da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest), durante a aplicação da prova do primeiro Vestibular Indígena da Unicamp. São Gabriel, localizado na fronteira com a Colômbia e Venezuela, no extremo noroeste do Brasil, é a cidade brasileira com maior população indígena do país. Após alguns momentos de hesitação, ele faz um novo passeio pelas imagens e dirige o olhar de maneira mais fixa sobre a de um garoto que caminha às margens do Negro. O menino, separado do fotógrafo por uma cortina de borboletas, fenômeno relativamente comum em um cenário de uma natureza exuberante, olha direto para câmera, como se estivesse interagindo com o espectador que mais tarde veria a foto. O resultado é uma imagem cuja cortina de borboletas desfocadas nos remete ao impressionismo, movimento artístico que surgiu na França no final do século XIX, durante o período da Belle Époque. Reside aí a diferença de um fotógrafo sensível, de talento, que o coloca num patamar muito acima da média. Mais modesto, ele explica a escolha: “essa foto do menino e as borboletas foi captada num momento de descontração das crianças na comunidade da Ilha de Tawá e que me dava a medida do viver em comunidade e em liberdade, na alegria dos gestos, da sensibilidade e no brilho desses olhares”.

 

Criança olha para o fotógrafo através da cortina de borboletas:

toque impressionista na imagem produzida por Antonio Scarpinetti.

 

 Fazer do rio Negro pano de fundo para a foto é inserir nesse olhar uma das maiores riquezas de seus moradores. “O rio é a principal via de transporte das famílias. Nele vemos pequenas embarcações, conhecidas como rabetas, que permitem o deslocamento entre as diversas comunidades e a cidade ao longo da calha do alto Rio Negro. O rio é uma extensão de seus habitantes e de suas moradias: ali as crianças brincam, os adultos lavam as roupas, tomam banho, enfim suas águas permitem a sobrevivência dessas pessoas. Nosso acesso às comunidades visitadas foi nesse contexto e boa parte das fotos da mostra foi produzida nesse cenário sem igual da Amazônia e no cotidiano dessas populações ribeirinhas”, afirma Scarpinetti.

Produzir as fotos além dos muros da universidade, para Scarpinetti, é uma maneira de diversificar suas atividades profissionais no âmbito da Assessoria de Comunicação da Unicamp, onde atua há quase 18 anos. “Essa expedição foi uma oportunidade muito especial para nós que estamos acostumados com a produção do fotojornalismo e divulgação científica no âmbito da instituição, nos laboratórios, congressos, seminários e nas várias entrevistas que realizamos na Unicamp. Então, sair desses espaços de ensino e pesquisa e conhecer outras realidades, se configura, sem dúvida, numa experiência muito gratificante”, diz.

Para Juliana Sangion, “a exposição é parte de um trabalho grandioso que começa nos contatos com o movimento indígena, nas discussões, reuniões e aprovações no âmbito da Unicamp, até a realização das provas, matrículas, contatos com calouros, enfim, a rede de solidariedade que se formou em torno de um objetivo comum”. Acrescenta ainda que as fotos produzidas por Scarpinetti, “são resultado de um olhar com uma sensibilidade ímpar, materializam um modo de vida muito distinto daquilo que estamos acostumados nos grandes centros e nos revelam uma rotina diferente mostrando uma outra relação com a natureza.”

No CIS-Guanabara, a mostra, com a coordenação da agente cultural Maria Cristina Amoroso Lima Leite de Barros, tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp. O CIS fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local). A exposição pode ser vista no hall, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 20h00 e aos sábados e domingos das 09h00 às 17h00.


 

Cia Corpo Santo promove oficina

de montagem no CIS-Guanabara

 

A Cia Corpo Santo de Teatro está com inscrições abertas para a Oficina de Montagem que permitirá ao participante atuar na construção de um experimento cênico.  Os artistas selecionados terão a oportunidade de uma vivência teatral junto ao grupo durante seis meses. As atividades começam em junho com ensaios às quintas-feiras, das 19h30 às 22h00, no CIS-Guanabara. A oficina é gratuita e os interessados devem se inscrever até o dia 17 de maio pelo endereço eletrônico  ciacorposanto.wixsite.com/companhiacorposanto/processo-novo

No CIS-Guanabara, o evento, com a coordenação da agente cultural Silvana Di Blasio, tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp. O CIS fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local).

 


CIS-Guanabara recebe propostas

de projetos culturais

 

Inscrições podem ser feitas até o dia 15 de maio

  

O CIS-Guanabara recebe até o dia 15 de maio propostas para realização de projetos culturais. Nesse chamamento público, o Centro Cultural da Unicamp visa, dentre outros objetivos, fomentar atividades e projetos artístico-culturais da sociedade civil e valorizar os organizadores na promoção e propagação da educação cultural.

 

    

   

Exibição de filmes, exposições, grandes eventos e espetáculos cênicos

estão entre as propostas que podem ser submetidas

Podem ser encaminhadas propostas para a realização de ensaios, montagens, apresentações, espetáculos, exposições, oficinas, workshops, feiras, shows, debates, lançamentos, mesas redondas, palestras, simpósios, fóruns, semanas, jornadas, seminários, congressos, encontros e outras atividades similares a essas que tenham como centro da discussão a arte e a cultura. As propostas, para atividades no período de 01 de agosto a 30 de novembro, devem ser enviadas exclusivamente por meio do endereço eletrônico cis@unicamp.br No menu superior acesse "Agendamento" para mais informações."

O CIS-Guanabara fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local).


CIS-Guanabara promove

oficina de fotografia

 

Ministrado pelo fotógrafo Boris Alday,

o curso, gratuito, será oferecido em três noites

 

Exemplo de foto que poderá ser produzida pelo aluno após

os três encontros previstos na oficina no CIS-Guanabara

Observe a fotografia que ilustra essa matéria. Você seria capaz de produzir essa imagem em um ambiente escuro sem o uso do flash? Mais: conseguiria essa qualidade fazendo uso apenas da luz provocada pela chama do isqueiro? Na verdade, alcançar esse resultado requer do fotógrafo algum conhecimento técnico sobre a relação entre ISO, abertura do diafragma e velocidade utilizada no momento da captação da imagem. Transmitir esses princípios básicos da fotografia é o principal objetivo da Oficina de Fotografia Digital para Iniciantes que será ministrada pelo fotógrafo Boris Alday nos dias 13, 14 e 15 de maio no CIS-Guanabara.

Boris atua em diferentes segmentos da fotografia. Tem produções sobre natureza, moda, produtos, ensaios além de ministrar aulas, palestras e workshops. Para participar da oficina o interessado deve possuir uma câmera DSLR, ou um celular que permita o controle manual de velocidade, abertura e ISO. As aulas serão realizadas de 13 a 15 de maio das 19h00 às 21h30. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail boris.alday@gmail.com

No CIS-Guanabara, a oficina, com a coordenação da agente cultural Maria Cristina Amoroso Lima Leite de Barros, tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), da Unicamp. O CIS fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas (estacionamento gratuito no local).


Evento reúne bandas

de rock no CIS-Guanabara

 

Sunday Rock Sunday será dia 7 de abril e contará com feira temática e food trucks. Entrada franca

 

O CIS-Guanabara sedia no próximo dia 7 de abril um dos principais eventos de rock da região de Campinas. Em sua quinta edição, o Sunday Rock Sunday, além das tradicionais bandas, oferecerá ao público um dia inteiro de atrações que incluem feira temática, sorteio de tattoos e food trucks. A expectativa dos organizadores é que o público dessa edição supere os sete mil espectadores que participaram do evento realizado, também no CIS-Guanabara, em 2018.

Nesse ano o Sunday Rock Sunday apresentará ao longo do domingo (das 11h00 às 22h00) as bandas Classical Queen, Rising Power, Billy Mutreta, Big Six e House Band da School of Rock. Além dessas, a organização apresentará a banda surpresa, no Espaço Canja. “Esse elemento surpresa aquecerá o line-up das bandas que compõem o festival”, afirma Renato Souzarock, um dos realizadores do evento. “Para atender esse público, que é bastante exigente em qualidade musical, fizemos a curadoria dessa banda com bastante rigor. Acredito que todos vão gostar”, aposta Renato, lembrando que o evento, ao longo dos anos, vem apresentando um crescente número de público, chegando a atingir 7.000 pessoas na edição de 2018. “Além desse crescimento, o que nos deixa ainda mais feliz é notar que estamos conseguindo oferecer atrações de qualidade em um ambiente atrativo para amantes de rock de diversas gerações. É comum notarmos famílias inteiras, incluindo crianças, se divertindo e vivenciando nosso sonho”, afirma.

 O sociólogo e diretor do CIS-Guanabara, Marcelo Rocco, lembra que Campinas tem uma importância relevante na cena do rock paulista, e não por acaso, reúne uma legião de seguidores desse gênero musical. “Esse evento dialoga hoje com uma tendência observada nos grandes centros, que é a crescente procura por apresentações de bandas tributos. Isso requer muito empenho para viabilizar essa demanda social. Ademais, é notória a satisfação do público com essa produção, o que nos dá a certeza do cumprimento do nosso papel”, afirma.

Rocco ressalta também os legados que um evento dessa natureza deixa para o CIS-Guanabara. “É preciso destacar que os produtores do Sunday Rock Sunday, para além do legado simbólico que é a repercussão que o evento promove junto à sociedade, entenderam a importância de cuidar do equipamento público de cultura, investindo num projeto de qualificação dos nossos espaços. Em outras palavras, farão melhorias na infraestrutura do próprio Centro, e quem ganha com isso é a sociedade, pois pode desfrutar de um lugar que a acolhe com o devido merecimento. Assim, fazemos a gestão das ofertas públicas de cultura compartilhando responsabilidades e oferecendo as melhores condições para atender a sociedade”, ressalta o diretor.

No CIS-Guanabara, o evento tem a coordenação da agente cultural Flávia Moraes Salles Cavalcanti. Ela ressalta que o sucesso da edição anterior, também realizada no Centro Cultural da Unicamp, “dá a segurança para mais esse desafio. Ficamos muito satisfeitos com o resultado da primeira edição, que demonstrou a capacidade do CIS-Guanabara em receber eventos com grande circulação de público, conciliando preservação e entretenimento, pois tudo transcorreu num clima de muita harmonia e este é um modelo de sucesso que fica de exemplo”, ressalta Flávia.  

 

Aspecto da edição anterior do evento de rock realizado no CIS-Guanabara

 

Além do rock

Enquanto as bandas se apresentam, o público poderá desfrutar do espaço gastronômico, incluindo opções vegetarianas e veganas. Roupas, brechó, cosméticos naturais, livros, entre outros produtos, serão comercializados durante o evento.

Como nos anos anteriores, o Sunday Rock Sunday aproveita a abrangência do evento para abraçar uma causa. Este ano o festival fará uma arrecadação de alimentos não perecíveis que serão doados para o Banco Municipal de Alimentos de Campinas. A entidade, que funciona em uma área dentro da Ceasa Campinas, atende 120 entidades cadastradas com cerca de 27 mil pessoas que necessitam desse auxílio. Dessa maneira, apesar da entrada gratuita, a organização pede aos participantes a contribuição de um quilo de alimento não perecível.

O Sunday Rock Sunday tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da Unicamp e da Prefeitura Municipal de Campinas. O CIS fica à Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas.

Line Up da 5a. edição

Classical Queen - Entre as diversas apresentações da banda, em mais de 14 anos de carreira, a Classical Queen venceu o concurso “Esse cover deu show” e teve a oportunidade de fazer o show de abertura na pré-estreia do filme Bohemian Rhapsody. A banda paulistana tem Antonio Lobato nos vocais, piano e violăo, Fernando Gamba na guitarra e backing vocals, Júlio Abrileri no baixo e backing vocals e Anderson Macedo na bateria e backing vocals.

Rising Power (AC/DC cover) - Com o propósito de homenagear a banda australiana de rock AC/DC, o grupo está na estrada desde 2004. É formada por Ricardo Pee Wee (guitarra solo), Fabiano Drudi (vocal), Vulcano (guitarra base), Tiago Accorsi (baixo) e Marcelo Jorge (bateria). A Rising Power foi convidada para ser banda de apoio do baterista do AC/DC, Chris Slade, em sua turnê solo que passou por São Paulo em dezembro de 2012, se tornando, até então, a única banda brasileira a dividir palco com um integrante oficial do AC/DC.

Billy Mutreta - Na estrada desde 2003, tocando em casas noturnas e eventos pelo interior paulista e sul de Minas Gerais, a Banda Billy Mutreta sempre se destacou por sua postura no palco. As canções executadas em seus shows são mais que simples imitações das bandas originais. Possuem um toque dos integrantes e suas influências, o que torna cada apresentação um espetáculo único. É formada por: Raul Lázaro (Voz e Violão), Douglas Eurico (Guitarra), Wesley Negri (Contrabaixo), Adriano Bianculli (Bateria).

Big Six - A proposta da Banda Big Six é homenagear alguns dos grandes e imortais vocalistas do rock de todos os tempos, entre eles, Robert Plant, Ozzy Osbourne, David Coverdale, Dio, Bruce Dickinson e Bon Scott. Seus integrantes estão na cena rock de Campinas há bastante tempo e todos fizeram parte de diversas bandas nos anos 80. É formada por André Br Metal (vocais), Rogério Longo (guitarras e vocais), Mauro Laurente (guitarras e vocais), Tano Scagliusi (baixo e vocais) e Marcos Bueno (bateria).

House Band da School of Rock - A banda, que faz a abertura do evento, é formada por jovens alunos da School of Rock de Campinas. No repertório, canções que se tornaram clássicos do rock.


 

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